sexta-feira, 5 de outubro de 2012

E o ribeiro secou



E sucedeu que... o ribeiro se secou. (1 Rs 17.7.) O preparo da nossa confiança será incompleto se não entendermos que há uma providência na perda, um ministério na falha e enfraquecimento das coisas, uma dádiva no vazio. As inseguranças materiais da vida contribuem para a sua firmeza espiritual. A tênue correnteza junto à qual Eliyahu estava assentado e meditando, é uma figura da vida de cada um de nós. "E sucedeu que... o ribeiro se secou" — eis a história do nosso torna um insignificante redemoinho de atividades. É como mexer num ninho de vespas. Você pode dispersá-las, mas provavelmente ficará muito picado e nada obterá em troca de suas dores, pois nem o seu mel vale a pena. Deus nos dê mais do caráter daquele que, "quando o injuriavam, não injuriava, mas entregava-se àquele que julga justamente". "Considerai aquele que suportou tais contradições dos pecadores contra si mesmo." 

— A. B. Simpson

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