quarta-feira, 7 de novembro de 2018

Yeshua teria nascido mesmo de uma virgem?



Um comentário divulgado na internet de que a questão relativa ao problema do nascimento virginal se centraliza na ideia do texto de Mattiyahu 1:23 (a virgem) ser uma má tradução do texto original de Yeshayahu 7:14 (a jovem). Desde os primórdios do cristianismo, os judeus têm batalhado contra a doutrina do nascimento messiânico virginal, pois, segundo os judeus, não existe no Antigo Testamento nenhuma profecia com essa ideia da mãe de Jesus ser uma virgem, dando a possibilidade de um nascimento virginal milagroso. E soma-se a isso que os tradutores da Septuaginta grega teriam vertido errado a palavra hebraica “almáh” (a jovem) por “parthénos” (a virgem). De acordo com a corrente ortodoxa judaica, Yeshayahu 7:14 diz que “a donzela” dará luz à um filho e que essa profecia teve um cumprimento histórico em Yisra’el e não em Yeshua Hamashiach (falso messias). E muitos comentaristas judaicos terminam dizendo que a pessoa do Salvador seria uma invenção romana para tentar suprimir de vez o que tinha restado da religião judaica após a destruição do templo em 70 EC. Mas o que há de verdade e de mito nessa declaração acima? A preocupação sobre a aceitação de Yeshua pela comunidade judaica no geral, vai muito além dos questionamentos citados acima. Desconfianças com relação a interpretações de textos é apenas uma ponta desses “problemas”. Segundo os escritos judaico, o Messias deve ser descendente do lado do pai do rei David. Yeshayahu 11:1 diz: “Porque brotará um rebento do tronco de Yshai, e das suas raízes um renovo frutificará.” No pensamento judaico, de acordo com a reivindicação dos netzarim (primeiros crentes, que acreditavam em Yeshua), de que Yeshua era o produto de um nascimento virginal, ele não tinha pai e, portanto, não poderia ter cumprido a exigência messiânica de ser descendente do lado do pai do rei David. E que os “missionários cristãos” buscam desesperadamente uma solução para as genealogias de Jesus, contraditoriamente conflitantes. Sem dizer os “malabarismos” que os cristãos fazem constantemente para trazer uma explicação lógica onde na verdade não existe lógica! Mas existe explicação para a genealogia “conflitante” de Jesus? Em Mattiyahu, observamos a genealogia de Yeshua (da parte de Yosef) que lhe deu direito ao trono de David. Em Lucas, observamos a genealogia de Miriam, que leva a descendência genética de Yeshua ao trono de David. Lembrando que Yeshua não era filho natural de Yosef, e sim adotivo. Ele não era um “filho carnal” de Yosef e Miriam. Mas sim o “Filho de Elohim”, por meio de Miriam – argumento também rejeitado pelo judaísmo. A genealogia de Yeshua, por Lucas, demonstra que ele era, por nascimento humano, filho de David, por meio da sua mãe, Miriam. Mattiyahu, escrito primordialmente para os judeus, traça a descendência da realeza LEGAL do MASHIACH – através de YOSEF seu pai legal (embora não pai no sentido biológico). Lucas, escrito primordialmente para os gregos, traça a descendência NATURAL do Mashiach a partir do pai de MIRIAM. Yosef foi o pai adotivo de Yeshua, porque Yawheh Elohim fecundou um óvulo de Miriam sem a presença de um esperma humano. Isso se deu através do Seu poder, quando a vida do “Filho” foi TRANSFERIDA para o útero da judia Miriam: “. . . e o poder do Altíssimo a cobrirá.” – Lucas 1:35, NVI. Então quem era Yosef? Como já foi explicado, Yosef, o carpinteiro de Nazaré, era o pai adotivo de Yeshua. Mas quem era o pai de Yosef? O Evangelho de Mattiyahu fala de um homem chamado Yaakov, mas o Evangelho de Lucas diz que Yosef era “filho de Eli”. Porque essa aparente “contradição” na genealogia? (Lucas 3:23; Mattiyahu 1:16) O relato de Mattiyahu diz: “Yaakov tornou-se pai de Yosef.” O termo grego usado indica que Yaakov era o pai biológico de Yosef. Assim, Mattiyahu descreveu a genealogia natural de Yosef, a linhagem real de David. Foi por meio dessa genealogia que o DIREITO LEGAL ao trono passou para Yeshua, filho adotivo de Yosef. Por outro lado, o relato de Lucas diz: “Yosef, filho de Eli.” A expressão “filho de” pode ser entendida como “genro de”. Em Lucas 3:27, encontramos um caso parecido: Sealtiel, que era filho de Jeconias, é alistado como “filho de Neri”. (1 Crônicas 3:17; Mattiyahu 1:12) Pelo visto, Sealtiel se casou com uma filha de Neri – cujo nome não é mencionado –, e se tornou genro de Neri. Da mesma forma, Yosef era “filho” de Eli, visto que era casado com Miriam, filha de Eli. Assim, Lucas descreve a linhagem natural de Yeshua “segundo a carne”, por meio de Miriam, sua mãe biológica. (Romanos 1:3) Desse modo, a Bíblia apresenta duas genealogias de Yeshua que são úteis para os pesquisadores. Sobre a genealogia de Yeshua, o erudito Frederic Louis Godet escreveu: “Este estudo detalhado do texto nos leva assim a admitir: 1) Que o registro genealógico de Lucas é o de Eli, avô de Yeshua; 2) Que, visto está filiação de Yeshua com Eli ser expressamente oposta à Sua filiação com Yosef, o documento que ele preservou para nós, no conceito dele, não pode ser nada mais do que a genealogia de Yeshua através de Miriam. Mas, por que não menciona Lucas a Miriam, e por que passa logo de Yeshua para o Seu avô? Sentimentos antigos não condiziam com a menção da mãe como elo genealógico. Entre os gregos, o homem era filho do seu pai, não da sua mãe; e entre os judeus, o adágio era: ‘Genus matris non vocatur genus [“O descendente da mãe não é chamado descendente (dela)”]’ (‘Baba bathra’, 110, a).”— Commentary on Luke (Comentário Sobre Lucas), 1981, p. 129. Destacando mais sobre a genealogia de Jesus, podemos ver: “As listas tanto de Mattiyahu como de Lucas eram de nomes publicamente reconhecidos como autênticos pelos judeus daqueles tempos. Os escribas e os fariseus, bem como os saduceus, eram ferrenhos inimigos dos nazarenos, e eles se valeriam de qualquer argumento possível para desacreditar Yeshua, mas é digno de nota que nunca questionaram estas genealogias. Se a genealogia de Yeshua, apresentada quer por Mattiyahu, quer por Lucas, estivesse errada, que oportunidade isso teria sido para estes oponentes provarem isto na ocasião! Pois, até 70 EC, eles evidentemente tinham livre acesso aos registros genealógicos públicos e às Escrituras.” – BIBLIOTECA ON-LINE da Torre de Vigia – Genealogia de Jesus Cristo. Existe evidência da virgindade de Miriam na Brit Hadasha? A acusação de que os eruditos da Septuaginta erraram na tradução da expressão há almáh (a jovem mulher) em hebraico, para “a virgem” em grego, assim dando origem à uma suposta falsa profecia que diz que “uma virgem conceberá e dará à luz um filho”, citado em Yeshayahu 7:14, é puramente fantasiosa. Surgiu como um protecionismo da parte de alguns religiosos que querem fazer frente aos Nazarenos, numa tentativa de desmoralizá-lo como religião. Yeshayahu 7:14 diz: “Portanto, o próprio Yawheh lhes dará um sinal: Vejam! A jovem ficará grávida e dará à luz um filho. . .” (Novo Mundo, nota: ou donzela) Os que querem causar uma disputa entre o hebraico e o grego aqui podem ver outro exemplo no livro Raciocínios à base das Escrituras*: “O idioma grego não possui ‘plural majestático ou de excelência’. Portanto, em B’reshit 1:1, os tradutores da LXX [Septuaginta] empregaram ho The-ós (Deus, no singular) como equivalente a ‘Elo-hím.” Existi outra passagem bíblica provando que Miriam era virgem? Sim, existe! Miriam estava prometida a Yosef seu noivo. É curioso que a Bíblia Ecumênica (TEB) mostra que Yosef “não a conheceu até quando ela deu à Luz” a Yeshua. (Mat 1:25) Este, não a conheceu “até” (grego: heos hou), não seria uma aproximação de Yosef para desfrutar da companhia de Miriam? Sim, mas somente depois de Yeshua nascer. Este outro relato bíblico PROVA que Miriam era virgem – alguns vão querer abrir aqui uma disputa sobre se existe ou não uma “virgindade pósparto”. Outros são radicais ao acusar a escolhida de Yawheh de ser uma mulher promíscua. Alegam que o relato bíblico não assegura 100% a sua virgindade, e tentam com isso causar debates infindáveis sobre um propósito dos seguidores do Mashiach que estaria fracassado por uma possível ausência de “virgindade”. Porém, o contexto das Escrituras Gregas Cristãs mostra justamente o contrário. Enquanto muitos ainda persistem em fazer uma “guerra” de Hebraico versus Grego. Uma tradução ou falsificação? A palavra hebraica bethuláh refere-se a uma mulher que nunca se uniu a um homem em casamento e que nunca teve relações sexuais. (Gên 24:16; De 32:25; Jz 21:12; 1Rs 1:2; Est 2:2, 3, 17; La 1:18; 2:21) No entanto, o termo grego par-thé-nos pode aplicarse tanto a solteiros como a solteiras. (Mt 25:1-12; Lu 1:27; At 21:9; 1Co 7:25, 36-38) Visto que a palavra grega parthénos pode incluir homens solteiros, a tradução “virgindade”, segundo encontrada nas versões feitas por J. B. Rotherham e J. N. Darby (ambas em inglês), bem como na Tradução do Novo Mundo, é apropriada e parece ajustar-se melhor ao contexto. Yawheh não colocaria sua Santidade em julgamento escolhendo uma jovem que não fosse virgem, ou tivesse uma vida promiscua, para ser a mãe de Seu Filho! Acusar Yeshua de ser um filho de uma mulher de vida dupla (vergonhosa) é ir contra os propósitos santos de Yawheh. Alguém pode achar estranho esse tipo de comentário, mas ele é muito comum em blogs e sites da internet que fazem ataques diretos a pessoa de Yeshua Hamashiach e sua mãe. E isto inclui acusar os tradutores da Septuaginta de terem feito uma falsificação. Os tradutores judeus da Septuaginta verteram a palavra hebraica almáh por parthénos, ao traduzirem Yeshayahu 7:14. “Eis que a virgem [par-thé-nos] ficará grávida e dará à luz um filho, e darlhe- ão o nome de Emanuel.” (Mat 1:22, 23) Será que isso era uma tentativa de forjar uma profecia a cerca de um falso messias? Na verdade, não pode ser. A plena e completa identificação de Emanuel, naturalmente, se encontra no cargo e na personagem do Mestre Yeshua Hamashiach. Por conseguinte, o emprego da palavra hebraica almáh na profecia se enquadrava perfeitamente na vinda de um verdadeiro messias. No caso de Miriam, não havia dúvida quanto a ela ser virgem quando ficou “grávida pelo Ruach Hakodesh” (pelo poder do Altíssimo), sendo que tanto Mattiyahu como Lucas registram este fato histórico. (Mat 1:18- 25; Lu 1:30-35) A descrença de um grupo ou etnia não invalida a profecia a cerca do surgimento do Filho de Yawheh na Terra. A Septuaginta não é uma FALSIFICAÇÃO, ela é uma TRADUÇÃO! Veja estes dois comentários: 1- “Isto, de forma alguma, significava tomar liberdades com o texto, ou torcê-lo. Mais de um século antes, os tradutores judeus da Septuaginta grega também usaram par-thé-nos, ao traduzirem Yeshayahu 7:14.” – Estudo Perspicaz das Escrituras, Vol. 1, pp. 802, 803. 2- “Parthénos, costumeiramente traduzido por virgem, tem sido vertido como significando também o estado de virgindade ou celibato.” – The Emphatic Diaglott. Podemos comparar nossa pesquisa com outro texto que fala sobre “virgindade”: “Se alguém pensa que se está comportando de modo impróprio para com a sua virgindade, se está estiver além da flor da juventude, e este é o modo em que deve ocorrer, faça ele o que quiser; ele não peca. Casem-se.” (1Co 7:36) Como vimos, a palavra grega “parthénos” pode incluir homens solteiros, a tradução “virgindade” é apropriada e parece ajustarse melhor ao contexto. É verdade que a palavra almáh significa “donzela” e pode aplicar-se tanto a uma não-virgem como a uma virgem. Mas também é aplicada à “donzela” Rebeca antes do casamento, quando ela também foi chamada de “virgem” (bethuláh). (Gên 24:16, 43) Mattiyahu, sob inspiração divina, empregou a palavra grega parthénos (virgem) quando mostrou que Yeshayahu 7:14 teve cumprimento final em relação com o nascimento virginal de Yeshua, o Messias. A palavra almáh vem de ‘elem que significa “esconder”, “ocultar”. Nos tempos bíblicos as moças eram mantidas cobertas, escondidas aos olhos dos homens. Algumas ficavam até mesmo enclausuradas. No Total, essa palavra hebraica ocorre apenas 7 vezes; no entanto, ela aparece apenas uma vez no livro de Yeshayahu. (Gên 24:43; Exô 2:8; Sal 68:25; Pro 30:19; Cân 1:3; 6:8; Is 7:14) Temos boas razões para concluir que a palavra hebraica usada por Yeshayahu não significava “virgem” por definição, mas sim por implicação, ou seja, a palavra significa “moça”, “jovem”, mas como normalmente uma jovem, ou moça, é virgem, se atribui esse sentido à palavra. Gerard Van Groningen cita cinco autoridades no assunto sobre a palavra ugarítica galmatu encontrada nos documentos de Ras Shamra. Uma dessas autoridades, H. Wolf, em sua obra Interpreting and Glory of the Messiah, diz: “Nos três lugares onde glmt, o equivalente exato de almáh, é usado, ele refere-se a uma jovem procurada para casamento”. – Página 450. Gerard Van Groningen apresenta a seguinte conclusão: “Um exame dos materiais disponíveis a estudiosos e peritos, como indicado acima, leva-nos à segura conclusão de que, com base no uso do termo tanto em hebraico quanto em ugarítico o termo almáh deve ser traduzido por `virgem’. A Septuaginta dá pleno apoio a isto e o testemunho da Brit Hadasha (Mat 1.23) dá a palavra final. Yeshayahu disse e pretendeu dizer virgem”. Alguns têm sugerido que, no tipo, lá naquele tempo, “Emanuel” era o terceiro filho de Yeshayahu, talvez com uma donzela judia que possivelmente se tornara a segunda esposa do profeta. Certos comentadores judeus empenharam-se em aplicar a profecia ao nascimento do filho de Acaz, Ezequias. Isto, porém, NÃO É POSSÍVEL. Visto que a profecia foi proferida durante o reinado de Acaz (Is 7:1), época em que Ezequias tinha pelo menos 9 (nove) anos de idade, torna a ideia de que foi Ezequias uma verdadeira impossibilidade. (2Rs 16:2; 18:1, 2) Vemos aqui um argumento judaico contra o cristianismo vindo por terra e totalmente refutado. Em Mattiyahu 1:23, a única outra ocorrência dele, Emanuel é um nome-título aplicado ao Mashiach, o Messias. O nome-título, Emanuel, portanto, era especialmente apropriado para o Mashiach, pois a sua presença era deveras um sinal do céu. E, com este mais destacado representante de Yawheh entre a humanidade, Mattiyahu, sob inspiração, podia verdadeiramente dizer: “Conosco Está Elohim.” A Septuaginta foi usada para promover um falso entendimento? Os críticos religiosos judeus desconsideram que a Septuaginta foi uma tradução feita séculos antes de Miriam e de Yeshua virem a surgir no mundo. Segundo a tradição, a tradução da LXX (a tradução dos 70) começou em cerca de 280 AEC. Esta tradução teria criado uma lenda de que uma falsa virgem conceberia um falso messias? Esses mesmos religiosos não podem provar isso, e o que fazem é tentar desacreditar de todas as maneiras a história do nascimento virginal. Então Miriam estaria mentindo quando respondeu ao anjo sobre a gravidez pelo poder de Elohim da parte de Yawheh? Quando ela disse ao anjo: “Como isso vai acontecer, visto que não tenho relações com nenhum homem?”. (Lucas 1:31-34) E teria sido os 70 judeus que traduziram a Septuaginta direto do hebraico que intencionadamente inventaram um falso messias? E quais motivos teriam para isso? Teriam tentado destruir a sua própria nação inventando uma farsa como essa? Os líderes religiosos judaicos de hoje devem refletir sobre isso. Assim entenderam os tradutores da Septuaginta, que a jovem era casta e dentro dos padrões divinos para cumprir uma profecia que mais tarde, revelou-se cumprir no Mestre Yeshua. Quando os Evangelhos citam a palavra “virgem”, apenas fazem uma citação direta da Septuaginta e não do hebraico. O argumento antagônico só poderia se sustentar se não houvesse a mínima possibilidade de a palavra hebraica almáh [ עלמה ] englobar igualmente a ideia de uma virgem, o que sabemos não ser o caso. Assim, por meio desta profecia maravilhosa, Elohim evitou que as mulheres judias – virgens solteiras – deixassem de se casar e de gerar filhos com seus maridos dentro de uma união familiar (o que ocorreria se a palavra ali fosse especificamente nãovirgem já que toda mulher desejaria ser mãe do Messias) e ainda assim garantiu que seu filho pudesse vir de uma almáh [ עלמה ] que se mostrou então também parthénos [παρθενος] ou Bethuláh בתולה] ], “virgem”. Quanto a Miriam não ter sido virgem antes de conceber Yeshua, o ônus da prova está sobre os que mantêm esta alegação. É clara e objetiva a atitude desonesta desses religiosos ao dizer que os Netzarim abordam uma tradição falsa que mantêm uma farsa – supostamente de origem romana – sobre o Messias Salvador. Ademais, qualquer mulher judia se fosse reconhecida como adúltera, teria de ser apedrejada – o que não aconteceu. Não temos motivos para crer que Yosef, um homem judeu e de respeito, teria motivos para omitir a verdade com relação a isso. Já que esta seria contra seus próprios interesses tanto espirituais como legais, além da má fama! Para os sinceros está explicação bastará, se você, caro leitor, a expor adequadamente e a pessoa ainda assim simplesmente desconsiderar sem uma base real, então deixe ela mesma seguir os seus próprios interesses. Infelizmente, para os apaixonados pela estória do “falso messias romano”, está implicação deve continuar na tentativa de denegrir a verdade fundamental dos crentes no Mashiach Yeshua. Perguntas feitas em um site que faz questionamentos sobre Yeshua Hamashiach 1 – A contradição entre o relato e seu objetivo é evidente: por um lado, o filho concebido milagrosamente por obra divina de uma mãe virgem; por outro, o desejo de demonstrar a estirpe davídica legítima de Yeshua de acordo com a árvore genealógica. É evidente que, se Yosef não teve nada a ver com a gravidez de Miriam, a reprodução de sua árvore genealógica não tem sentido, pois o sangue real de Yosef não teria passado a Yeshua. Para aumentar o problema, a genealogia contida em Mattiyahu difere da contida em Lucas, e de modo essencial, até o ponto de que ambas as listas de ascendentes são mutuamente irreconciliáveis. Resposta: Ser Yosef pai adotivo de Yeshua não implica em um fracasso dos propósitos de Deus. Muito pelo contrário, foi uma provisão amorosa do seu Pai Celestial escolher uma família justa na terra para fazer companhia a Seu Filho estimado. Se Adam era filho de Elohim, não pode Yeshua ser também filho de Elohim? Porém, agora nascido através do ventre de Miriam pelo poder de Elohim? Adam foi criado do nada para a vida, e isto pode ser considerado um milagre. Yeshua nascendo de uma virgem, também não pode ser? A genealogia contida em Mattiyahu e Lucas podem ser entendidas prestando-se muita atenção. 2 – No entanto, o copista trai a si mesmo aplicando a mãe de Yeshua o verbo ativo “gerar” contrariando a tradicional terminologia genealógica, que se aplica somente aos homens. Mattiyahu 1:16 diz: “Yaakov tornou-se pai de Yosef, marido de Miriam, da qual nasceu Yeshua, que é chamado o Mashiach.” Resposta: Na verdade Elohim é Pai de Yeshua! Yawheh não desrespeitou uma lei por transferir a vida do Seu amado Filho para o ventre da virgem. Ele fez isso consciente e nenhum humano pode culpá-lo por ter feito isso. Se Ele fez isso, fez o que decidiu fazer de maneira sábia. A genealogia não se aplica “somente aos homens”, Elohim fez do Seu filho espiritual um “homem” e “messias”. Apesar de Yosef ser somente o pai adotivo de Yeshua, Yawheh qualificou Yosef para cumprir esta função. 3 – As mulheres dos patriarcas (Sara, Rebeca, Lea, Raquel, assim como Ana, a mãe de Samuel) eram mulheres estéreis cujos ventres “fechados” foram, mais tarde, abertos. Mas tal intervenção divina jamais se interpretou como fecundação divina. Resposta: Não podemos comparar o caso de Miriam com o de Sara, Rebeca, Lea, Raquel e Ana. A vida do Filho de Yawheh foi transferida do céu para o ventre da virgem. Mas no caso de Ana, por exemplo, o filho dela Samuel nasceu da fecundação de um óvulo através de um espermatozoide humano. Aqueles que fazem este tipo comparação rejeitam a possibilidade do Ruach poderoso de Elohim ter interferido no nascimento do Messias, de modo supra especial. Elohim pode sempre operar milagres através da Sua força ativa. Por que ele não poderia transferir a vida do Seu Filho do céu para o ventre da virgem usando o Seu Ruach Hakodesh? Não foi este mesmo Elohim que fez o homem do pó da terra e Soprou nas suas narinas o seu espírito como energia vital? 4 – Quando o cristianismo primitivo passou esta alternativa de fé na mediação divina para uma crença totalmente nova de um ato de fecundação divina, com a consequência do nascimento de um “Deus-Homem”, pertence com certeza à psicologia da religião mais do que a sua história. Resposta: Acreditar que Elohim tem poder e usou esta força divina transferindo a vida do Seu Filho do céu para o ventre de uma jovem mulher, não é um desvio ‘psicológico’. Muito longe disso! E “Deus-Homem” não é a palavra apropriada para descrever o enviado Messias. Essa ideia vem de costumes adotados pelo cristianismo apóstata – nada tem a ver com o pensamento bíblico –, de um ser divino constituído de 3 (três) pessoas, sendo que uma delas – a segunda pessoa – desceu a terra se tornando homem e viveu como um representante de um deus-trino. Essa ideia é de origem pagã e não tem tratos com o verdadeiro pensamento Yauista. 5 – Nascimento virginal não é profético. Tentaram usar o texto de Yeshayahu 7:14, mas se equivocaram. Porque no Hebraico original, Yeshayahu 7:14 não fala de virgem, e sim de uma jovem. O texto se refere a “almáh”, uma jovem; e não “betulah”, virgem. Resposta: Aqueles que querem colocar em dúvida o nascimento virginal sempre vão insistir que a jovem ‘poderia não ser virgem’, mas eles não podem provar que ela de fato não era virgem. Alguns arriscam em dizer que existe 60% de chance de Miriam não ter sido ‘virgem’ na ocasião em que ficou grávida de Yeshua. O que tornaria Jesus – segundo estes comentadores – o filho de uma possível mulher imoral. Mas o ônus da prova recai sobre eles. Eles têm que provar que isso é 100% real. 6 – A descendência da dinastia, só é passada de pai para filho. Mas como o messias seria filho de Yosef se Yosef não é pai biológico de Yeshua? Sendo assim, Yeshua não se caracterizava, como sendo o Messias prometido a Yisra’el. (2Sm 7:16). Resposta: Não podemos deixar que tradições arraigadas, isto é, tradições de homens, impeçam-nos de aceitar o nascimento virginal do Messias. Isso aconteceu na medida exata que o espírito ou poder de Elohim intercedeu neste acontecimento sobrenatural. A desculpa que Yeshua era filho adotivo e por isso invalida a sua unção como o enviado de Elohim, não pode ser mais sustentada. Pois foi prudente da parte de Elohim arrumar um pai adotivo para o Seu Filho, para ser cuidado e crescer entre os homens na terra na companhia de uma família humana. Fora disso, toda a desconfiança recai sobre a Pessoa de Yawheh Elohim, como se Ele tivesse cometido um grave erro! 7 – Miriam era prima de Isabel, que era da tribo de Levi (Lucas 1:5). Miriam pra ser prima de Isabel, tinha que ter pai da Tribo de Levi. Ou seja; que fosse irmão do pai de Isabel. Sendo assim; Miriam é da tribo de Levi, e não de Yehuda. Por este motivo, Miriam não pôde garantir o direito legal de Yeshua ser o prometido Messias. Resposta: Se a tradição estiver correta, a esposa de Eli, mãe de Miriam, era Ana, cuja irmã tinha uma filha chamada Isabel, mãe de Yochanan, o Batizador. Esta tradição tornaria Isabel a prima de Miriam. Que Miriam era parente de Isabel, que era “das filhas de Aharom”, da tribo de Levi, é declarado pelas próprias Escrituras. “Nos dias de Herodes, rei da Judéia, havia um sacerdote chamado Zacarias, da turma de Abias. Sua esposa era uma das filhas de Aharom, e o nome dela era Elisabete.” (Lucas 1:5, Novo Mundo, nota: Isabel) Miriam era de fato da tribo de Yehuda e descendente de David. Por isso, podia-se dizer que o filho dela, Yeshua, “procedeu do descendente [literalmente: semente] de David segundo a carne”. – Romanos 1:3. 8 – Segundo as profecias do Tanak, o Messias sairia dos lombos de Avraham (órgão reprodutor). Seria descendente físico de David. (2Sm 7:12-13. Sl 132:11. Hb 12:14-18. Gn 17:01-07 Gl 3:16). Fruto do próprio corpo, de um descendente de David (esperma). (At 2:30. Rom 1:3). DESCENDENTE = que descende de outro homem. Resposta: O Messias prometido não é um semi-deus, mas um homem em igualdade com Adam, portanto, sem pecado. “O primeiro homem, Adam, tornou-se um ser vivente”; o último Adam, espírito vivificante.” (1 Coríntios 15:45) O resgate teria que ser uma alma perfeita por outra igualmente perfeita – por isso Yeshua se tornou a oferta perfeita pelo sangue. Observe está ilustração: Um homem rico (Adam) apostou todos os seus bens e perdeu tudo. Acabou trazendo miséria e sofrimento a todos os seus filhos dentro da sua casa. Em toda a terra não havia outro homem que fosse tão rico que pudesse pagar a dívida. Com o passar do tempo, veio outro homem rico (Yeshua) e pagou a dívida do outro homem dono da casa (morte no madeiro), e abriu-se a porta da casa para receber os que estavam sofrendo abandono e fome. Moral da história: Um descendente humano (pobre e pecador) de Yisra’el nunca poderia pagar esta imensa dívida que figura o pecado herdado de Adam – e isto inclui a oportunidade de viver para sempre no Paraíso na terra. – 1 Timóteo 2:6. 9 – Yeshua por adoção foi filho de David? Impossível! Por exemplo: eu adoto um filho, e ele é meu único filho. Ele não pode ser um Cohen, um sacerdote. A Tora diz que um filho adotivo não é como o seu filho biológico. A Tora diz que o messias tem que surgir da semente (sêmen), e não de um nascimento milagroso. existem dúvidas com relação a tradução usada por cristãos se Miriam era ou não uma jovem virgem. Resposta: É preciso aceitar que Yeshua é o Filho de Elohim. Foge aos pensamentos desses críticos que existe uma diferença entre nascer na terra e ser criado na terra. Yeshua não foi criado na terra, ele nasceu de uma virgem. Yeshua como ser espiritual já existia antes de Avraham. Portanto, quando os lideres judeus perguntaram a ele, que ele nem tinha 50 anos, e se ele tinha visto Avraham, ele respondeu que antes de Avraham vir à existência, “eu já existia.” (Yochanan 8:58, Novo Mundo de 2015, A Bíblia Viva de 1972) Yeshua veio do céu nascendo de uma jovem virgem judia, e depois para lá voltou. (Atos 1:11) Porém, é óbvio que o termo “almáh”, que apesar de significar “moça” ou “menina jovem”, não descarta a hipótese de virgindade. Provando assim, que os judeus responsáveis por traduzirem as Escrituras do hebraico para o grego viam claramente o vínculo natural entre almáh e “virgindade”, apesar de haver uma palavra hebraica específica para “virgem”. Obviamente porque não havia dissociação entre “moça” e “virgem”. Reflexões sobre o Messias e Judaísmo “Messias” significa “ungido”. Entre os judeus, o termo veio a representar um descendente do Rei David que iniciaria uma gloriosa regência. (2 Samuel 7:12, 13) Nos dias de Yeshua, os judeus já tinham sofrido, durante séculos, sob uma série de duros governantes gentios. Eles ansiavam um libertador político. Assim, quando Yeshua de Nazaré apresentou-se como o Messias há muito aguardado, houve, naturalmente, uma grande excitação inicial. (Lucas 4:16-22) Mas, para grande desapontamento dos judeus, Yeshua não era um herói político. Pelo contrário, ele afirmava que seu Reino ‘não fazia parte do mundo’. (Yochanan 18:36) Ademais, Yeshua não iniciou então a gloriosa era messiânica prevista pelo profeta Yeshayahu. (Yeshayahu 11:4-9) E, quando Yeshua foi morto como criminoso, a nação como um todo perdeu o interesse nele. Um Messias Sofredor Profetizava Yeshayahu um Messias sofredor e que tinha de morrer? A maioria dos comentaristas judaicos afirmam que não. Alguns afirmam que o Servo Sofredor era a própria nação de Yisra’el durante seu exílio babilônico. Outros relacionam o sofrimento a períodos tais como as Cruzadas ou o Holocausto Nazista. Mas será que esta explicação resiste a um exame mais detido? É verdade que, em alguns contextos, Yeshayahu deveras fala de Yisra’el como “servo” de Elohim. Mas, ele menciona Yisra’el como um servo obstinado e pecaminoso! (Yeshayahu 42:19; 44:21, 22) A Encyclopaedia Judaica (Enciclopédia Judaica) faz assim o seguinte contraste: “O verdadeiro Yisra’el é pecaminoso e o Servo [de Yeshayahu 53], isento de pecado.” Alguns, por conseguinte, argumentam que o Servo representa uma ‘elite justa’ em Yisra’el, que sofreu a favor dos judeus pecaminosos. Mas Yeshayahu nunca mencionou tal elite. Pelo contrário, ele profetizou que a NAÇÃO INTEIRA seria pecaminosa! (Yeshayahu 1:5, 6; 59:1-4; compare com Daniel 9:11, 18, 19.) Ademais, em períodos de aflição, os judeus sofriam, quer fossem justos, quer não. Um Messias Que Precisava Morrer Por que o Messias precisava morrer? Explica Yeshayahu 53:10: “Todavia, ao Eterno agradou moê-lo, fazendo-o enfermar; quando a sua alma se puser por expiação do pecado, verá a sua posteridade, prolongará os seus dias; e o bom prazer do Eterno prosperará na sua mão.” (Yeshayahu 53:10, ACF) Isto fazia alusão ao costume levítico de oferecer vítimas animais para expiar pecados ou alguma culpa. O Messias sofreria uma morte ignominiosa, mas, como uma vítima sacrificial, a morte dele teria mérito expiatório. Se morresse, porém, como poderia o Messias cumprir as profecias sobre sua regência gloriosa, e também “ver a descendência e ter longa vida”? Logicamente, por uma ressurreição dentre os mortos. (Compare com 1 Reis 17:17-24.) A ressurreição do Messias resolveria também a aparente contradição entre Daniel 7:13, que predizia que o Messias retornaria triunfalmente sobre as nuvens do céu, e Zacarias 9:9, que dizia que ele humildemente chegaria montado num jumento. O Talmude tentou explicar este paradoxo por asseverar: “Se eles forem meritórios, ele virá com as nuvens dos céus; se não, humilde e montado num jumento.” (Sanhedrin [Sinédrio] 98a) Isto significaria que a profecia de Daniel 7:13 ou a de Zacarias 9:9 continuaria sem cumprimento. Todavia, a ressurreição do Messias lhe permitiria cumprir ambas as profecias. Inicialmente, ele viria de modo humilde para sofrer e morrer. Depois de sua ressurreição, ele retornaria em glória e iniciaria o governo messiânico celeste. O Judaísmo e Yeshua A maioria dos judeus do primeiro século rejeitou Yeshua como o Messias. Ainda assim, ele exerceu profundo impacto sobre o judaísmo. Embora Yeshua raramente seja mencionado no Talmude, o pouco que é dito tenta “menosprezar a pessoa de Yeshua, por atribuir ilegitimidade ao seu nascimento, poderes mágicos e uma morte vergonhosa”. (The Jewish Encyclopedia [A Enciclopédia Judaica]) O perito judeu Joseph Klausner admite que tais lendas “parecem ter visado deliberadamente contradizer os eventos registrados nos Evangelhos”. E havia bom motivo para isso! A Igreja Católica tinha exacerbado a aversão dos judeus por Jesus, mediante seu antissemitismo. Ela alienara ainda mais os cristãos por declarar que Jesus era um suposto “Deus-Filho” – uma parte encarnada da Santíssima Trindade –, um dogma incompreensível de um deus MISTÉRIO. Isso se deu, é claro, em direta contradição com os ensinos do próprio Yeshua Em Marcos 12:29, Yeshua citou a Torá, dizendo: “Ouve, Yisra’el, o Eterno nosso Elohim é o único Adonay.” – D’varim 6:4. Mas, sob a pressão dos esforços de conversão, por parte da cristandade, o judaísmo reavaliou seus conceitos. Muitos textos que há muito eram aplicados ao Messias foram reinterpretados. No alvorecer dos tempos modernos, alguns peritos judeus, sob a influência da alta crítica da Bíblia, concluíram que a esperança messiânica não ocorre em parte alguma da Bíblia! A esperança messiânica, porém, experimentou uma espécie de renascimento com a criação do Estado de Yisra’el, em 1948. Escreve Harold Ticktin: ‘A maioria das facções judaicas consideram o surgimento do Estado de Yisra’el como um grande evento profético.’ – os principais grupos evangélicos abraçaram cegamente essa ideia. Todavia, no modo de pensar judaico, continua não resolvida a questão de quando é que deve chegar o Messias há muito aguardado. Diz o Talmude: “Quando virdes uma geração sobrepujada por muitas dificuldades como se fosse por um rio, esperai [o Messias].” (Sanhedrin 98a) No entanto, o Messias judeu não veio durante a noite tenebrosa do Holocausto, nem veio durante o tumultuado nascimento do Estado de Yisra’el. As pessoas se admiram: ‘Que outras dificuldades têm o povo judeu ainda de enfrentar antes que o Messias venha?’ Em Busca do Messias Foi entre os judeus que nasceu e foi acalentada a esperança messiânica. Entre eles, tal esperança tornou-se tênue. Seu brilho quase que se extinguiu pelos séculos de sofrimento e desapontamento. Ironicamente, milhões entre as pessoas das nações, ou gentios, vieram a buscar e, por fim, a abraçar um Messias. Será por simples coincidência que Yeshayahu disse sobre o Messias: “A ele buscarão as nações [os gentios]”? (Yeshayahu 11:10) Não deveriam os judeus também buscar, eles mesmos, o Messias? Por que deveriam negar a si mesmos a sua esperança, há muito acalentada? É fútil, contudo, buscar um FUTURO Messias. Caso ele estivesse para chegar, como poderia firmar-se como um descendente legalmente comprovado do Rei David? Não foram os registros genealógicos destruídos junto com o segundo templo? Embora tais registros existissem nos dias de Yeshua, sua afirmação de ser um descendente legítimo de David nunca foi questionada com êxito. Poderia qualquer futuro pretendente a Messias apresentar, algum dia, tais credenciais? É preciso, portanto, buscar o Messias que já veio no PASSADO. Isto requer que se exerça novo enfoque sobre Yeshua, eliminando noções preconcebidas. Viverá nessa era messiânica? Maimônides aconselhou os judeus a simplesmente ‘esperarem a vinda do Messias’. Nossos tempos, contudo, são críticos demais para alguém correr o risco de ter perdido a volta dele. A inteira raça humana precisa desesperadamente dum Messias, de um libertador dos problemas que afligem este planeta. Por conseguinte, é tempo de buscá-lo – intensa e ativamente. Lembre-se de que buscar o Messias não é trair sua herança judaica, uma vez que a esperança messiânica é intrínseca ao judaísmo. E, por buscar o Messias, bem que poderá verificar que ele já veio. No entanto, os cristãos precisam cumprir o seu voto a Yawheh, e aplicar em suas vidas o conselho do Apóstolo Sha’ul, sem temer uma nova onda judaica de rejeição ao verdadeiro Messias! Em Atos 18:28 lemos: “Pois, em público e com grande determinação, ele provava plenamente que os judeus estavam errados, demonstrando-lhes pelas Escrituras que Yeshua é o Mashiach.” Esperamos com grande ansiedade que os Judeus se voltem a favor da verdadeira raiz da fé monoteísta.

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