Um comentário divulgado na internet de que a questão relativa
ao problema do nascimento virginal se centraliza na ideia do
texto de Mattiyahu 1:23 (a virgem) ser uma má tradução do texto
original de Yeshayahu 7:14 (a jovem). Desde os primórdios do
cristianismo, os judeus têm batalhado contra a doutrina do
nascimento messiânico virginal, pois, segundo os judeus, não
existe no Antigo Testamento nenhuma profecia com essa ideia da
mãe de Jesus ser uma virgem, dando a possibilidade de um
nascimento virginal milagroso. E soma-se a isso que os
tradutores da Septuaginta grega teriam vertido errado a palavra
hebraica “almáh” (a jovem) por “parthénos” (a virgem). De
acordo com a corrente ortodoxa judaica, Yeshayahu 7:14 diz que
“a donzela” dará luz à um filho e que essa profecia teve um
cumprimento histórico em Yisra’el e não em Yeshua Hamashiach (falso
messias). E muitos comentaristas judaicos terminam dizendo
que a pessoa do Salvador seria uma invenção romana para tentar
suprimir de vez o que tinha restado da religião judaica após a
destruição do templo em 70 EC.
Mas o que há de verdade e de mito nessa declaração acima? A
preocupação sobre a aceitação de Yeshua pela
comunidade judaica no geral, vai muito além dos
questionamentos citados acima. Desconfianças com relação a
interpretações de textos é apenas uma ponta desses “problemas”.
Segundo os escritos judaico, o Messias deve ser descendente do lado do pai do rei David. Yeshayahu 11:1 diz: “Porque brotará um
rebento do tronco de Yshai, e das suas raízes um renovo
frutificará.” No pensamento judaico, de acordo com a
reivindicação dos netzarim (primeiros crentes, que acreditavam
em Yeshua), de que Yeshua era o produto de um nascimento
virginal, ele não tinha pai e, portanto, não poderia ter cumprido
a exigência messiânica de ser descendente do lado do pai do rei
David. E que os “missionários cristãos”
buscam desesperadamente uma solução para as genealogias de
Jesus, contraditoriamente conflitantes. Sem dizer os
“malabarismos” que os cristãos fazem constantemente para
trazer uma explicação lógica onde na verdade não existe lógica!
Mas existe explicação para a genealogia “conflitante”
de Jesus?
Em Mattiyahu, observamos a genealogia de Yeshua (da parte de
Yosef) que lhe deu direito ao trono de David. Em Lucas,
observamos a genealogia de Miriam, que leva a descendência
genética de Yeshua ao trono de David. Lembrando que Yeshua
não era filho natural de Yosef, e sim adotivo. Ele não era um “filho
carnal” de Yosef e Miriam. Mas sim o “Filho de Elohim”, por meio
de Miriam – argumento também rejeitado pelo judaísmo. A
genealogia de Yeshua, por Lucas, demonstra que ele era, por
nascimento humano, filho de David, por meio da sua mãe,
Miriam. Mattiyahu, escrito primordialmente para os judeus,
traça a descendência da realeza LEGAL do MASHIACH – através
de YOSEF seu pai legal (embora não pai no sentido biológico).
Lucas, escrito primordialmente para os gregos, traça a
descendência NATURAL do Mashiach a partir do pai de
MIRIAM. Yosef foi o pai adotivo de Yeshua, porque Yawheh
Elohim fecundou um óvulo de Miriam sem a presença de um
esperma humano. Isso se deu através do Seu poder, quando a
vida do “Filho” foi TRANSFERIDA para o útero da judia Miriam:
“. . . e o poder do Altíssimo a cobrirá.” – Lucas 1:35, NVI.
Então quem era Yosef?
Como já foi explicado, Yosef, o carpinteiro de Nazaré, era o pai
adotivo de Yeshua. Mas quem era o pai de Yosef? O Evangelho de
Mattiyahu fala de um homem chamado Yaakov, mas o Evangelho
de Lucas diz que Yosef era “filho de Eli”. Porque essa aparente “contradição” na genealogia? (Lucas 3:23; Mattiyahu 1:16) O
relato de Mattiyahu diz: “Yaakov tornou-se pai de Yosef.” O
termo grego usado indica que Yaakov era o pai biológico de Yosef.
Assim, Mattiyahu descreveu a genealogia natural de Yosef, a
linhagem real de David. Foi por meio dessa genealogia que o
DIREITO LEGAL ao trono passou para Yeshua, filho adotivo de
Yosef. Por outro lado, o relato de Lucas diz: “Yosef, filho de Eli.”
A expressão “filho de” pode ser entendida como “genro de”. Em
Lucas 3:27, encontramos um caso parecido: Sealtiel, que era filho
de Jeconias, é alistado como “filho de Neri”. (1 Crônicas 3:17;
Mattiyahu 1:12) Pelo visto, Sealtiel se casou com uma filha de
Neri – cujo nome não é mencionado –, e se tornou genro de Neri.
Da mesma forma, Yosef era “filho” de Eli, visto que era casado
com Miriam, filha de Eli. Assim, Lucas descreve a linhagem
natural de Yeshua “segundo a carne”, por meio de Miriam, sua
mãe biológica. (Romanos 1:3) Desse modo, a Bíblia apresenta
duas genealogias de Yeshua que são úteis para os pesquisadores.
Sobre a genealogia de Yeshua, o erudito Frederic Louis Godet
escreveu: “Este estudo detalhado do texto nos leva assim a
admitir: 1) Que o registro genealógico de Lucas é o de Eli, avô de
Yeshua; 2) Que, visto está filiação de Yeshua com Eli ser
expressamente oposta à Sua filiação com Yosef, o documento que
ele preservou para nós, no conceito dele, não pode ser nada mais
do que a genealogia de Yeshua através de Miriam. Mas, por que
não menciona Lucas a Miriam, e por que passa logo de Yeshua
para o Seu avô? Sentimentos antigos não condiziam com a
menção da mãe como elo genealógico. Entre os gregos, o homem
era filho do seu pai, não da sua mãe; e entre os judeus, o adágio
era: ‘Genus matris non vocatur genus [“O descendente da mãe
não é chamado descendente (dela)”]’ (‘Baba bathra’,
110, a).”— Commentary on Luke (Comentário Sobre Lucas),
1981, p. 129.
Destacando mais sobre a genealogia de Jesus, podemos ver: “As
listas tanto de Mattiyahu como de Lucas eram de nomes
publicamente reconhecidos como autênticos pelos judeus
daqueles tempos. Os escribas e os fariseus, bem como os
saduceus, eram ferrenhos inimigos dos nazarenos, e eles se
valeriam de qualquer argumento possível para desacreditar
Yeshua, mas é digno de nota que nunca questionaram estas genealogias. Se a genealogia de Yeshua, apresentada quer por
Mattiyahu, quer por Lucas, estivesse errada, que oportunidade
isso teria sido para estes oponentes provarem isto na ocasião!
Pois, até 70 EC, eles evidentemente tinham livre acesso aos
registros genealógicos públicos e às Escrituras.” – BIBLIOTECA
ON-LINE da Torre de Vigia – Genealogia de Jesus Cristo.
Existe evidência da virgindade de Miriam na Brit
Hadasha?
A acusação de que os eruditos da Septuaginta erraram na
tradução da expressão há almáh (a jovem mulher) em hebraico,
para “a virgem” em grego, assim dando origem à uma suposta
falsa profecia que diz que “uma virgem conceberá e dará à luz um
filho”, citado em Yeshayahu 7:14, é puramente fantasiosa. Surgiu
como um protecionismo da parte de alguns religiosos que
querem fazer frente aos Nazarenos, numa tentativa de
desmoralizá-lo como religião. Yeshayahu 7:14 diz: “Portanto, o
próprio Yawheh lhes dará um sinal: Vejam! A jovem ficará
grávida e dará à luz um filho. . .” (Novo Mundo, nota: ou donzela)
Os que querem causar uma disputa entre o hebraico e o grego
aqui podem ver outro exemplo no livro Raciocínios à base das
Escrituras*: “O idioma grego não possui ‘plural majestático ou de
excelência’. Portanto, em B’reshit 1:1, os tradutores da LXX
[Septuaginta] empregaram ho The-ós (Deus, no singular) como
equivalente a ‘Elo-hím.”
Existi outra passagem bíblica provando que Miriam era virgem?
Sim, existe! Miriam estava prometida a Yosef seu noivo. É
curioso que a Bíblia Ecumênica (TEB) mostra que Yosef “não a
conheceu até quando ela deu à Luz” a Yeshua. (Mat 1:25) Este,
não a conheceu “até” (grego: heos hou), não seria uma
aproximação de Yosef para desfrutar da companhia de Miriam?
Sim, mas somente depois de Yeshua nascer. Este outro relato
bíblico PROVA que Miriam era virgem – alguns vão querer abrir
aqui uma disputa sobre se existe ou não uma “virgindade pósparto”.
Outros são radicais ao acusar a escolhida de Yawheh de
ser uma mulher promíscua. Alegam que o relato bíblico não
assegura 100% a sua virgindade, e tentam com isso causar
debates infindáveis sobre um propósito dos seguidores do Mashiach que estaria fracassado por uma possível ausência de
“virgindade”. Porém, o contexto das Escrituras Gregas Cristãs
mostra justamente o contrário. Enquanto muitos ainda
persistem em fazer uma “guerra” de Hebraico versus Grego.
Uma tradução ou falsificação?
A palavra hebraica bethuláh refere-se a uma mulher que nunca
se uniu a um homem em casamento e que nunca teve relações
sexuais. (Gên 24:16; De 32:25; Jz 21:12; 1Rs 1:2; Est 2:2, 3, 17; La
1:18; 2:21) No entanto, o termo grego par-thé-nos pode aplicarse
tanto a solteiros como a solteiras. (Mt 25:1-12; Lu 1:27; At
21:9; 1Co 7:25, 36-38) Visto que a palavra grega parthénos pode
incluir homens solteiros, a tradução “virgindade”, segundo
encontrada nas versões feitas por J. B. Rotherham e J. N. Darby
(ambas em inglês), bem como na Tradução do Novo Mundo, é
apropriada e parece ajustar-se melhor ao contexto. Yawheh não
colocaria sua Santidade em julgamento escolhendo uma jovem
que não fosse virgem, ou tivesse uma vida promiscua, para ser a
mãe de Seu Filho! Acusar Yeshua de ser um filho de uma mulher
de vida dupla (vergonhosa) é ir contra os propósitos santos de
Yawheh. Alguém pode achar estranho esse tipo de comentário,
mas ele é muito comum em blogs e sites da internet que fazem
ataques diretos a pessoa de Yeshua Hamashiach e sua mãe. E isto
inclui acusar os tradutores da Septuaginta de terem feito uma
falsificação.
Os tradutores judeus da Septuaginta verteram a palavra hebraica
almáh por parthénos, ao traduzirem Yeshayahu 7:14. “Eis que a
virgem [par-thé-nos] ficará grávida e dará à luz um filho, e darlhe-
ão o nome de Emanuel.” (Mat 1:22, 23) Será que isso era uma
tentativa de forjar uma profecia a cerca de um falso messias? Na
verdade, não pode ser. A plena e completa identificação de
Emanuel, naturalmente, se encontra no cargo e na personagem
do Mestre Yeshua Hamashiach. Por conseguinte, o emprego da
palavra hebraica almáh na profecia se enquadrava perfeitamente
na vinda de um verdadeiro messias. No caso de Miriam, não
havia dúvida quanto a ela ser virgem quando ficou “grávida pelo
Ruach Hakodesh” (pelo poder do Altíssimo), sendo que tanto
Mattiyahu como Lucas registram este fato histórico. (Mat 1:18- 25; Lu 1:30-35) A descrença de um grupo ou etnia não invalida a
profecia a cerca do surgimento do Filho de Yawheh na Terra. A
Septuaginta não é uma FALSIFICAÇÃO, ela é uma TRADUÇÃO!
Veja estes dois comentários:
1- “Isto, de forma alguma, significava tomar liberdades com o
texto, ou torcê-lo. Mais de um século antes, os tradutores judeus
da Septuaginta grega também usaram par-thé-nos, ao
traduzirem Yeshayahu 7:14.” – Estudo Perspicaz das
Escrituras, Vol. 1, pp. 802, 803.
2- “Parthénos, costumeiramente traduzido por virgem, tem
sido vertido como significando também o estado de virgindade
ou celibato.” – The Emphatic Diaglott.
Podemos comparar nossa pesquisa com outro texto que fala
sobre “virgindade”: “Se alguém pensa que se está comportando
de modo impróprio para com a sua virgindade, se está estiver
além da flor da juventude, e este é o modo em que deve ocorrer,
faça ele o que quiser; ele não peca. Casem-se.” (1Co 7:36) Como
vimos, a palavra grega “parthénos” pode incluir homens
solteiros, a tradução “virgindade” é apropriada e parece ajustarse
melhor ao contexto. É verdade que a palavra almáh significa
“donzela” e pode aplicar-se tanto a uma não-virgem como a uma
virgem. Mas também é aplicada à “donzela” Rebeca antes do
casamento, quando ela também foi chamada de “virgem” (bethuláh).
(Gên 24:16, 43) Mattiyahu, sob inspiração divina, empregou
a palavra grega parthénos (virgem) quando mostrou que
Yeshayahu 7:14 teve cumprimento final em relação com o
nascimento virginal de Yeshua, o Messias.
A palavra almáh vem de ‘elem que significa “esconder”, “ocultar”.
Nos tempos bíblicos as moças eram mantidas cobertas,
escondidas aos olhos dos homens. Algumas ficavam até mesmo
enclausuradas. No Total, essa palavra hebraica ocorre apenas 7
vezes; no entanto, ela aparece apenas uma vez no livro de
Yeshayahu. (Gên 24:43; Exô 2:8; Sal 68:25; Pro 30:19; Cân 1:3;
6:8; Is 7:14) Temos boas razões para concluir que a palavra
hebraica usada por Yeshayahu não significava “virgem” por
definição, mas sim por implicação, ou seja, a palavra significa
“moça”, “jovem”, mas como normalmente uma jovem, ou moça,
é virgem, se atribui esse sentido à palavra. Gerard Van Groningen cita cinco autoridades no assunto sobre a palavra ugarítica
galmatu encontrada nos documentos de Ras Shamra. Uma
dessas autoridades, H. Wolf, em sua obra Interpreting and Glory
of the Messiah, diz: “Nos três lugares onde glmt, o equivalente
exato de almáh, é usado, ele refere-se a uma jovem procurada
para casamento”. – Página 450.
Gerard Van Groningen apresenta a seguinte conclusão: “Um
exame dos materiais disponíveis a estudiosos e peritos, como
indicado acima, leva-nos à segura conclusão de que, com base no
uso do termo tanto em hebraico quanto em ugarítico o termo
almáh deve ser traduzido por `virgem’. A Septuaginta dá pleno
apoio a isto e o testemunho da Brit Hadasha (Mat 1.23) dá a
palavra final. Yeshayahu disse e pretendeu dizer virgem”. Alguns
têm sugerido que, no tipo, lá naquele tempo, “Emanuel” era o
terceiro filho de Yeshayahu, talvez com uma donzela judia que
possivelmente se tornara a segunda esposa do profeta. Certos
comentadores judeus empenharam-se em aplicar a profecia ao
nascimento do filho de Acaz, Ezequias. Isto, porém, NÃO É
POSSÍVEL.
Visto que a profecia foi proferida durante o reinado de Acaz (Is
7:1), época em que Ezequias tinha pelo menos 9 (nove) anos de
idade, torna a ideia de que foi Ezequias uma verdadeira
impossibilidade. (2Rs 16:2; 18:1, 2) Vemos aqui um argumento
judaico contra o cristianismo vindo por terra e totalmente
refutado. Em Mattiyahu 1:23, a única outra ocorrência dele,
Emanuel é um nome-título aplicado ao Mashiach, o Messias. O
nome-título, Emanuel, portanto, era especialmente apropriado
para o Mashiach, pois a sua presença era deveras um sinal do céu.
E, com este mais destacado representante de Yawheh entre a
humanidade, Mattiyahu, sob inspiração, podia verdadeiramente
dizer: “Conosco Está Elohim.”
A Septuaginta foi usada para promover um falso
entendimento?
Os críticos religiosos judeus desconsideram que a Septuaginta foi
uma tradução feita séculos antes de Miriam e de Yeshua virem a
surgir no mundo. Segundo a tradição, a tradução da LXX (a
tradução dos 70) começou em cerca de 280 AEC. Esta tradução
teria criado uma lenda de que uma falsa virgem conceberia um falso messias? Esses mesmos religiosos não podem provar isso, e
o que fazem é tentar desacreditar de todas as maneiras a história
do nascimento virginal. Então Miriam estaria mentindo quando
respondeu ao anjo sobre a gravidez pelo poder de Elohim da
parte de Yawheh? Quando ela disse ao anjo: “Como isso vai
acontecer, visto que não tenho relações com nenhum homem?”.
(Lucas 1:31-34) E teria sido os 70 judeus que traduziram a
Septuaginta direto do hebraico que intencionadamente
inventaram um falso messias? E quais motivos teriam para isso?
Teriam tentado destruir a sua própria nação inventando uma
farsa como essa? Os líderes religiosos judaicos de hoje devem
refletir sobre isso.
Assim entenderam os tradutores da Septuaginta, que a jovem era
casta e dentro dos padrões divinos para cumprir uma profecia
que mais tarde, revelou-se cumprir no Mestre Yeshua. Quando
os Evangelhos citam a palavra “virgem”, apenas fazem uma
citação direta da Septuaginta e não do hebraico. O argumento
antagônico só poderia se sustentar se não houvesse a mínima
possibilidade de a palavra hebraica almáh [ עלמה ] englobar
igualmente a ideia de uma virgem, o que sabemos não ser o caso.
Assim, por meio desta profecia maravilhosa, Elohim evitou que
as mulheres judias – virgens solteiras – deixassem de se casar e
de gerar filhos com seus maridos dentro de uma união familiar
(o que ocorreria se a palavra ali fosse especificamente nãovirgem
já que toda mulher desejaria ser mãe do Messias) e ainda
assim garantiu que seu filho pudesse vir de uma almáh [ עלמה ] que
se mostrou então também parthénos [παρθενος] ou Bethuláh
בתולה] ], “virgem”.
Quanto a Miriam não ter sido virgem antes de conceber Yeshua,
o ônus da prova está sobre os que mantêm esta alegação. É clara
e objetiva a atitude desonesta desses religiosos ao dizer que os
Netzarim abordam uma tradição falsa que mantêm uma farsa –
supostamente de origem romana – sobre o Messias Salvador.
Ademais, qualquer mulher judia se fosse reconhecida como
adúltera, teria de ser apedrejada – o que não aconteceu. Não
temos motivos para crer que Yosef, um homem judeu e de
respeito, teria motivos para omitir a verdade com relação a isso.
Já que esta seria contra seus próprios interesses tanto espirituais
como legais, além da má fama! Para os sinceros está explicação bastará, se você, caro leitor, a expor adequadamente e a pessoa
ainda assim simplesmente desconsiderar sem uma base real,
então deixe ela mesma seguir os seus próprios interesses.
Infelizmente, para os apaixonados pela estória do “falso messias
romano”, está implicação deve continuar na tentativa de denegrir
a verdade fundamental dos crentes no Mashiach Yeshua.
Perguntas feitas em um site que faz questionamentos
sobre Yeshua Hamashiach
1 – A contradição entre o relato e seu objetivo é evidente: por um
lado, o filho concebido milagrosamente por obra divina de uma
mãe virgem; por outro, o desejo de demonstrar a estirpe davídica
legítima de Yeshua de acordo com a árvore genealógica. É
evidente que, se Yosef não teve nada a ver com a gravidez de
Miriam, a reprodução de sua árvore genealógica não tem sentido,
pois o sangue real de Yosef não teria passado a Yeshua. Para
aumentar o problema, a genealogia contida em Mattiyahu difere
da contida em Lucas, e de modo essencial, até o ponto de que
ambas as listas de ascendentes são mutuamente irreconciliáveis.
Resposta: Ser Yosef pai adotivo de Yeshua não implica em um
fracasso dos propósitos de Deus. Muito pelo contrário, foi uma
provisão amorosa do seu Pai Celestial escolher uma família justa
na terra para fazer companhia a Seu Filho estimado. Se Adam era
filho de Elohim, não pode Yeshua ser também filho de Elohim?
Porém, agora nascido através do ventre de Miriam pelo poder de
Elohim? Adam foi criado do nada para a vida, e isto pode ser
considerado um milagre. Yeshua nascendo de uma virgem,
também não pode ser? A genealogia contida em Mattiyahu e
Lucas podem ser entendidas prestando-se muita atenção.
2 – No entanto, o copista trai a si mesmo aplicando a mãe de
Yeshua o verbo ativo “gerar” contrariando a tradicional
terminologia genealógica, que se aplica somente aos homens.
Mattiyahu 1:16 diz: “Yaakov tornou-se pai de Yosef, marido de
Miriam, da qual nasceu Yeshua, que é chamado o Mashiach.”
Resposta: Na verdade Elohim é Pai de Yeshua! Yawheh não
desrespeitou uma lei por transferir a vida do Seu amado Filho
para o ventre da virgem. Ele fez isso consciente e nenhum
humano pode culpá-lo por ter feito isso. Se Ele fez isso, fez o que decidiu fazer de maneira sábia. A genealogia não se aplica
“somente aos homens”, Elohim fez do Seu filho espiritual um
“homem” e “messias”. Apesar de Yosef ser somente o pai adotivo
de Yeshua, Yawheh qualificou Yosef para cumprir esta função.
3 – As mulheres dos patriarcas (Sara, Rebeca, Lea, Raquel, assim
como Ana, a mãe de Samuel) eram mulheres estéreis cujos
ventres “fechados” foram, mais tarde, abertos. Mas tal
intervenção divina jamais se interpretou como fecundação
divina.
Resposta: Não podemos comparar o caso de Miriam com o de
Sara, Rebeca, Lea, Raquel e Ana. A vida do Filho de Yawheh foi
transferida do céu para o ventre da virgem. Mas no caso de Ana,
por exemplo, o filho dela Samuel nasceu da fecundação de um
óvulo através de um espermatozoide humano. Aqueles que fazem
este tipo comparação rejeitam a possibilidade do Ruach
poderoso de Elohim ter interferido no nascimento do Messias, de
modo supra especial. Elohim pode sempre operar milagres
através da Sua força ativa. Por que ele não poderia transferir a
vida do Seu Filho do céu para o ventre da virgem usando o Seu
Ruach Hakodesh? Não foi este mesmo Elohim que fez o homem
do pó da terra e Soprou nas suas narinas o seu espírito como
energia vital?
4 – Quando o cristianismo primitivo passou esta alternativa de fé
na mediação divina para uma crença totalmente nova de um ato
de fecundação divina, com a consequência do nascimento de um
“Deus-Homem”, pertence com certeza à psicologia da religião
mais do que a sua história.
Resposta: Acreditar que Elohim tem poder e usou esta força
divina transferindo a vida do Seu Filho do céu para o ventre de
uma jovem mulher, não é um desvio ‘psicológico’. Muito longe
disso! E “Deus-Homem” não é a palavra apropriada para
descrever o enviado Messias. Essa ideia vem de costumes
adotados pelo cristianismo apóstata – nada tem a ver com o
pensamento bíblico –, de um ser divino constituído de 3 (três)
pessoas, sendo que uma delas – a segunda pessoa – desceu a
terra se tornando homem e viveu como um representante de um
deus-trino. Essa ideia é de origem pagã e não tem tratos com o
verdadeiro pensamento Yauista. 5 – Nascimento virginal não é profético. Tentaram usar o texto
de Yeshayahu 7:14, mas se equivocaram. Porque no Hebraico
original, Yeshayahu 7:14 não fala de virgem, e sim de uma jovem.
O texto se refere a “almáh”, uma jovem; e não “betulah”, virgem.
Resposta: Aqueles que querem colocar em dúvida o nascimento
virginal sempre vão insistir que a jovem ‘poderia não ser virgem’,
mas eles não podem provar que ela de fato não era virgem.
Alguns arriscam em dizer que existe 60% de chance de Miriam
não ter sido ‘virgem’ na ocasião em que ficou grávida de Yeshua.
O que tornaria Jesus – segundo estes comentadores – o filho de
uma possível mulher imoral. Mas o ônus da prova recai sobre
eles. Eles têm que provar que isso é 100% real.
6 – A descendência da dinastia, só é passada de pai para filho.
Mas como o messias seria filho de Yosef se Yosef não é pai
biológico de Yeshua? Sendo assim, Yeshua não se caracterizava,
como sendo o Messias prometido a Yisra’el. (2Sm 7:16).
Resposta: Não podemos deixar que tradições arraigadas, isto é,
tradições de homens, impeçam-nos de aceitar o nascimento
virginal do Messias. Isso aconteceu na medida exata que o
espírito ou poder de Elohim intercedeu neste acontecimento
sobrenatural. A desculpa que Yeshua era filho adotivo e por isso
invalida a sua unção como o enviado de Elohim, não pode ser
mais sustentada. Pois foi prudente da parte de Elohim arrumar
um pai adotivo para o Seu Filho, para ser cuidado e crescer entre
os homens na terra na companhia de uma família humana. Fora
disso, toda a desconfiança recai sobre a Pessoa de Yawheh
Elohim, como se Ele tivesse cometido um grave erro!
7 – Miriam era prima de Isabel, que era da tribo de Levi (Lucas
1:5). Miriam pra ser prima de Isabel, tinha que ter pai da Tribo
de Levi. Ou seja; que fosse irmão do pai de Isabel. Sendo assim;
Miriam é da tribo de Levi, e não de Yehuda. Por este motivo,
Miriam não pôde garantir o direito legal de Yeshua ser o
prometido Messias.
Resposta: Se a tradição estiver correta, a esposa de Eli, mãe de
Miriam, era Ana, cuja irmã tinha uma filha chamada Isabel, mãe
de Yochanan, o Batizador. Esta tradição tornaria Isabel a prima
de Miriam. Que Miriam era parente de Isabel, que era “das filhas de Aharom”, da tribo de Levi, é declarado pelas próprias
Escrituras. “Nos dias de Herodes, rei da Judéia, havia um
sacerdote chamado Zacarias, da turma de Abias. Sua esposa era
uma das filhas de Aharom, e o nome dela era Elisabete.” (Lucas
1:5, Novo Mundo, nota: Isabel) Miriam era de fato da tribo de
Yehuda e descendente de David. Por isso, podia-se dizer que o
filho dela, Yeshua, “procedeu do descendente [literalmente:
semente] de David segundo a carne”. – Romanos 1:3.
8 – Segundo as profecias do Tanak, o Messias sairia dos lombos
de Avraham (órgão reprodutor). Seria descendente físico de
David. (2Sm 7:12-13. Sl 132:11. Hb 12:14-18. Gn 17:01-07 Gl 3:16).
Fruto do próprio corpo, de um descendente de David (esperma).
(At 2:30. Rom 1:3). DESCENDENTE = que descende de outro
homem.
Resposta: O Messias prometido não é um semi-deus, mas um
homem em igualdade com Adam, portanto, sem pecado. “O
primeiro homem, Adam, tornou-se um ser vivente”; o último
Adam, espírito vivificante.” (1 Coríntios 15:45) O resgate teria
que ser uma alma perfeita por outra igualmente perfeita – por
isso Yeshua se tornou a oferta perfeita pelo sangue. Observe está
ilustração: Um homem rico (Adam) apostou todos os seus bens e
perdeu tudo. Acabou trazendo miséria e sofrimento a todos os
seus filhos dentro da sua casa. Em toda a terra não havia outro
homem que fosse tão rico que pudesse pagar a dívida. Com o
passar do tempo, veio outro homem rico (Yeshua) e pagou a
dívida do outro homem dono da casa (morte no madeiro), e
abriu-se a porta da casa para receber os que estavam sofrendo
abandono e fome. Moral da história: Um descendente humano
(pobre e pecador) de Yisra’el nunca poderia pagar esta imensa
dívida que figura o pecado herdado de Adam – e isto inclui a
oportunidade de viver para sempre no Paraíso na terra. –
1 Timóteo 2:6.
9 – Yeshua por adoção foi filho de David? Impossível! Por
exemplo: eu adoto um filho, e ele é meu único filho. Ele não pode
ser um Cohen, um sacerdote. A Tora diz que um filho adotivo não
é como o seu filho biológico. A Tora diz que o messias tem que
surgir da semente (sêmen), e não de um nascimento milagroso. existem dúvidas com relação a tradução usada por cristãos se
Miriam era ou não uma jovem virgem.
Resposta: É preciso aceitar que Yeshua é o Filho de Elohim.
Foge aos pensamentos desses críticos que existe uma diferença
entre nascer na terra e ser criado na terra. Yeshua não foi criado
na terra, ele nasceu de uma virgem. Yeshua como ser espiritual
já existia antes de Avraham. Portanto, quando os lideres judeus
perguntaram a ele, que ele nem tinha 50 anos, e se ele tinha visto
Avraham, ele respondeu que antes de Avraham vir à existência,
“eu já existia.” (Yochanan 8:58, Novo Mundo de 2015, A Bíblia
Viva de 1972) Yeshua veio do céu nascendo de uma jovem virgem
judia, e depois para lá voltou. (Atos 1:11) Porém, é óbvio que o
termo “almáh”, que apesar de significar “moça” ou “menina
jovem”, não descarta a hipótese de virgindade. Provando assim,
que os judeus responsáveis por traduzirem as Escrituras do
hebraico para o grego viam claramente o vínculo natural entre
almáh e “virgindade”, apesar de haver uma palavra hebraica
específica para “virgem”. Obviamente porque não havia
dissociação entre “moça” e “virgem”.
Reflexões sobre o Messias e Judaísmo
“Messias” significa “ungido”. Entre os judeus, o termo veio a
representar um descendente do Rei David que iniciaria uma
gloriosa regência. (2 Samuel 7:12, 13) Nos dias de Yeshua, os
judeus já tinham sofrido, durante séculos, sob uma série de duros
governantes gentios. Eles ansiavam um libertador político.
Assim, quando Yeshua de Nazaré apresentou-se como o Messias
há muito aguardado, houve, naturalmente, uma grande excitação
inicial. (Lucas 4:16-22) Mas, para grande desapontamento dos
judeus, Yeshua não era um herói político. Pelo contrário, ele
afirmava que seu Reino ‘não fazia parte do mundo’. (Yochanan
18:36) Ademais, Yeshua não iniciou então a gloriosa era
messiânica prevista pelo profeta Yeshayahu. (Yeshayahu 11:4-9)
E, quando Yeshua foi morto como criminoso, a nação como um
todo perdeu o interesse nele. Um Messias Sofredor
Profetizava Yeshayahu um Messias sofredor e que tinha de
morrer? A maioria dos comentaristas judaicos afirmam que não.
Alguns afirmam que o Servo Sofredor era a própria nação de
Yisra’el durante seu exílio babilônico. Outros relacionam o
sofrimento a períodos tais como as Cruzadas ou o Holocausto
Nazista. Mas será que esta explicação resiste a um exame mais
detido? É verdade que, em alguns contextos, Yeshayahu deveras
fala de Yisra’el como “servo” de Elohim. Mas, ele menciona
Yisra’el como um servo obstinado e pecaminoso! (Yeshayahu
42:19; 44:21, 22) A Encyclopaedia Judaica (Enciclopédia
Judaica) faz assim o seguinte contraste: “O verdadeiro Yisra’el é
pecaminoso e o Servo [de Yeshayahu 53], isento de pecado.”
Alguns, por conseguinte, argumentam que o Servo representa
uma ‘elite justa’ em Yisra’el, que sofreu a favor dos judeus
pecaminosos. Mas Yeshayahu nunca mencionou tal elite. Pelo
contrário, ele profetizou que a NAÇÃO INTEIRA seria
pecaminosa! (Yeshayahu 1:5, 6; 59:1-4; compare com Daniel
9:11, 18, 19.) Ademais, em períodos de aflição, os judeus sofriam,
quer fossem justos, quer não.
Um Messias Que Precisava Morrer
Por que o Messias precisava morrer? Explica Yeshayahu 53:10:
“Todavia, ao Eterno agradou moê-lo, fazendo-o enfermar;
quando a sua alma se puser por expiação do pecado, verá a sua
posteridade, prolongará os seus dias; e o bom prazer do Eterno
prosperará na sua mão.” (Yeshayahu 53:10, ACF) Isto fazia
alusão ao costume levítico de oferecer vítimas animais para
expiar pecados ou alguma culpa. O Messias sofreria uma morte
ignominiosa, mas, como uma vítima sacrificial, a morte dele teria
mérito expiatório. Se morresse, porém, como poderia o Messias
cumprir as profecias sobre sua regência gloriosa, e também “ver
a descendência e ter longa vida”? Logicamente, por uma
ressurreição dentre os mortos. (Compare com 1 Reis 17:17-24.) A
ressurreição do Messias resolveria também a aparente
contradição entre Daniel 7:13, que predizia que o Messias
retornaria triunfalmente sobre as nuvens do céu, e Zacarias 9:9,
que dizia que ele humildemente chegaria montado num jumento. O Talmude tentou explicar este paradoxo por asseverar: “Se eles
forem meritórios, ele virá com as nuvens dos céus; se não,
humilde e montado num jumento.” (Sanhedrin [Sinédrio] 98a)
Isto significaria que a profecia de Daniel 7:13 ou a de Zacarias 9:9
continuaria sem cumprimento. Todavia, a ressurreição do
Messias lhe permitiria cumprir ambas as profecias. Inicialmente,
ele viria de modo humilde para sofrer e morrer. Depois de sua
ressurreição, ele retornaria em glória e iniciaria o governo
messiânico celeste.
O Judaísmo e Yeshua
A maioria dos judeus do primeiro século rejeitou Yeshua como o
Messias. Ainda assim, ele exerceu profundo impacto sobre o
judaísmo. Embora Yeshua raramente seja mencionado no
Talmude, o pouco que é dito tenta “menosprezar a pessoa de
Yeshua, por atribuir ilegitimidade ao seu nascimento, poderes
mágicos e uma morte vergonhosa”. (The Jewish Encyclopedia [A
Enciclopédia Judaica]) O perito judeu Joseph Klausner admite
que tais lendas “parecem ter visado deliberadamente contradizer
os eventos registrados nos Evangelhos”. E havia bom motivo para
isso! A Igreja Católica tinha exacerbado a aversão dos judeus por
Jesus, mediante seu antissemitismo. Ela alienara ainda mais os
cristãos por declarar que Jesus era um suposto “Deus-Filho” –
uma parte encarnada da Santíssima Trindade –, um dogma
incompreensível de um deus MISTÉRIO. Isso se deu, é claro, em
direta contradição com os ensinos do próprio Yeshua Em Marcos
12:29, Yeshua citou a Torá, dizendo: “Ouve, Yisra’el, o Eterno
nosso Elohim é o único Adonay.” – D’varim 6:4.
Mas, sob a pressão dos esforços de conversão, por parte da
cristandade, o judaísmo reavaliou seus conceitos. Muitos textos
que há muito eram aplicados ao Messias foram reinterpretados.
No alvorecer dos tempos modernos, alguns peritos judeus, sob a
influência da alta crítica da Bíblia, concluíram que a esperança
messiânica não ocorre em parte alguma da Bíblia! A esperança
messiânica, porém, experimentou uma espécie de renascimento
com a criação do Estado de Yisra’el, em 1948. Escreve Harold
Ticktin: ‘A maioria das facções judaicas consideram o surgimento
do Estado de Yisra’el como um grande evento profético.’ – os principais grupos evangélicos abraçaram cegamente essa ideia.
Todavia, no modo de pensar judaico, continua não resolvida a
questão de quando é que deve chegar o Messias há muito
aguardado. Diz o Talmude: “Quando virdes uma geração
sobrepujada por muitas dificuldades como se fosse por um rio,
esperai [o Messias].” (Sanhedrin 98a) No entanto, o Messias
judeu não veio durante a noite tenebrosa do Holocausto, nem
veio durante o tumultuado nascimento do Estado de Yisra’el. As
pessoas se admiram: ‘Que outras dificuldades têm o povo judeu
ainda de enfrentar antes que o Messias venha?’
Em Busca do Messias
Foi entre os judeus que nasceu e foi acalentada a esperança
messiânica. Entre eles, tal esperança tornou-se tênue. Seu brilho
quase que se extinguiu pelos séculos de sofrimento e
desapontamento. Ironicamente, milhões entre as pessoas das
nações, ou gentios, vieram a buscar e, por fim, a abraçar um
Messias. Será por simples coincidência que Yeshayahu disse
sobre o Messias: “A ele buscarão as nações [os gentios]”?
(Yeshayahu 11:10) Não deveriam os judeus também buscar, eles
mesmos, o Messias? Por que deveriam negar a si mesmos a sua
esperança, há muito acalentada? É fútil, contudo, buscar um
FUTURO Messias. Caso ele estivesse para chegar, como poderia
firmar-se como um descendente legalmente comprovado do Rei
David? Não foram os registros genealógicos destruídos junto com
o segundo templo? Embora tais registros existissem nos dias de
Yeshua, sua afirmação de ser um descendente legítimo de David
nunca foi questionada com êxito. Poderia qualquer futuro
pretendente a Messias apresentar, algum dia, tais credenciais? É
preciso, portanto, buscar o Messias que já veio no PASSADO. Isto
requer que se exerça novo enfoque sobre Yeshua, eliminando
noções preconcebidas.
Viverá nessa era messiânica? Maimônides aconselhou os judeus
a simplesmente ‘esperarem a vinda do Messias’. Nossos tempos,
contudo, são críticos demais para alguém correr o risco de ter
perdido a volta dele. A inteira raça humana precisa
desesperadamente dum Messias, de um libertador dos
problemas que afligem este planeta. Por conseguinte, é tempo de buscá-lo – intensa e ativamente. Lembre-se de que buscar o
Messias não é trair sua herança judaica, uma vez que a esperança
messiânica é intrínseca ao judaísmo. E, por buscar o Messias,
bem que poderá verificar que ele já veio. No entanto, os cristãos
precisam cumprir o seu voto a Yawheh, e aplicar em suas vidas o
conselho do Apóstolo Sha’ul, sem temer uma nova onda judaica
de rejeição ao verdadeiro Messias! Em Atos 18:28 lemos: “Pois,
em público e com grande determinação, ele provava plenamente
que os judeus estavam errados, demonstrando-lhes pelas
Escrituras que Yeshua é o Mashiach.” Esperamos com grande
ansiedade que os Judeus se voltem a favor da verdadeira raiz da
fé monoteísta.
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