sexta-feira, 29 de março de 2013

O Mar Vermelho, e a sua geografia

O mar Vermelho (árabe:Bahr el-Ahmar, hebraico Yam Suf ou Hayam Haadóm) é um golfo do Oceano Índico entre a África e a Ásia. Ao sul, o mar Vermelho comunica com o oceano Índico pelo estreito de Bab el Mandeb e o golfo de Áden. A norte se encontram a península do Sinai, o golfo de Aqaba e o canal de Suez (que permite a comunicação com o Mar Mediterrâneo). O mar Vermelho tem um comprimento de aproximadamente 1900 km, por uma largura máxima de 300 km e uma profundidade máxima de 2 500 metros na fossa central, com uma profundidade média de 500 m, sua água tem um percentual de salinidade de 40%. O mar Vermelho é famoso pela exuberância de sua vida submarina, sejam as inúmeras variedades de peixes ou os magníficos corais. A superfície do mar Vermelho é de aproximadamente 450 000 km², com uma população de mais de 1000 espécies de invertebrados, de 200 espécies de corais e de ao menos 300 espécies de tubarões. As temperaturas na superfície do mar Vermelho são relativamente constantes, entre 21 e 25 °C. A visibilidade se mantém relativamente boa até 200 metros de profundidade, mas os ventos podem surgir rapidamente e as correntes se revelarem traiçoeiras. A criação do mar Vermelho é devida à separação das placas tectónicas da África e da península arábica. O movimento começou há cerca de trinta milhões de anos e continua atualmente, o que explica a existência de uma atividade vulcânica nas partes mais profundas e nas margens. Admite-se que o mar Vermelho transformar-se-á em um oceano, como propõe o modelo de John Tuzo Wilson. O mar Vermelho é um destino turístico privilegiado, principalmente para os amantes de mergulho submarino. Os países banhados pelo mar Vermelho são Arábia Saudita, Djibuti, Egito, Eritreia, Iêmen, Israel, Jordânia e Sudão. Algumas cidades costeiras do mar Vermelho: Assab, Port Soudan, Port Safaga, Hurghada, Suez, Sharm el Sheikh, Eilat, Aqaba, Dahad, Jeddah, Al Hudaydah. Ao contrário do que possa parecer, o Mar Vermelho, braço do Oceano Índico entre a costa da África e a Península Arábica, não tem esse nome por causa de sua cor. De longe suas águas têm um aspecto azulado. Normalmente são também bastante límpidas, o que faz que a região seja utilizada para atividades de mergulho. A mais provável origem do nome são as bactérias trichodesmium erythraeum, presentes na superfície da água. Durante sua proliferação elas deixam o mar com manchas avermelhadas em alguns lugares. Outra possibilidade são as montanhas ricas em minerais na costa arábica, apelidadas de "montanhas de rubi" por antigos viajantes da região.

terça-feira, 1 de janeiro de 2013

O que significa as 12 tribos de israel?

Em toda a Bíblia ouvimos falar muito a respeito das 12 tribos de Israel. Mas quem são essas tribos? De onde elas surgiram? O que elas representam na Bíblia? A origem das 12 tribos de Israel está descrita em Gênesis 29 , 30 e 35. 16-22. Ali vemos descritos os nascimentos dos 12 filhos de Jacó que também tinha o nome de Israel. Esses doze filhos foram: Rubén, Simeão, Levi, Judá, Dã, Naftali, Gade, Asser, Issacar, Zebulom, José e Benjamim. Mas esses 12 nomes ainda não correspondem exatamente às 12 tribos de Israel. Mais tarde, depois da fuga do povo de Israel do Egito, Deus define que a tribo de Levi seria uma tribo separada para servi-Lo (principalmente como sacerdotes e em ministérios diversos no culto a Deus), e que não teria um território específico na terra prometida. No lugar dela e no lugar de José, assumem o posto de tribos de Israel Manassés e Efraim (Veja imagem acima).A partir daí, o povo de Israel é organizado em 12 tribos (povos), sendo: (1)Rubén, (2)Simeão, (3)Judá, (4)Dã, (5)Naftali, (6)Gade, (7)Asser, (8)Issacar, (9)Zebulom, (10)Manassés, (11)Efraim e (12)Benjamim. Dentro dessa organização, as pessoas da tribo de Levi vivem entre seus irmãos, em seus territórios, cumprindo as ordens de Deus de serem separados para o ministério do Senhor. Então não são contados entre as 12 tribos. E é baseado nessas 12 tribos que todo o território da terra prometida (Canaã) é dividido (essa história está no livro de Josué. Veja mapa abaixo). Mais tarde, já no livro dos Reis, temos a história de como essas 12 tribos se uniram sob uma monarquia, onde reinaram Saul, Davi, Salomão. Após a morte de Salomão, as 12 tribos se dividiram e formaram dois reinos: Reino do Sul (Judá e Benjamim), que teve como capital Jerusalém. E reino do Norte: (as outras 10 tribos). Que teve como capital Samaria. Cada um desses reinos tinha o seu próprio rei. Após essa divisão nunca mais houve uma unificação das 12 tribos de Israel. Os dois reinos (Do Norte e do Sul) sempre tiveram problemas de inimizade. De forma resumida seria essa a história a respeito das 12 tribos de Israel.

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

O SIGNIFICADO DE SHEKINAH

Costumo definir sinteticamente SHEKINAH como: "a glória de Elohim manifesta"! O vocábulo "shekinah" não aparece na Bíblia, é uma transliteração da raiz hebraica "shkn" = habitar. Este termo "shkn" é muito usado pelos TARGUMITAS e RABIS e adotado pelos cristãos. Refere-se à glória visível de Elohim habitando no meio do seu povo. Usa-se este vocábulo para designar a presença radiante de Elohim, como vista na coluna de fogo, no Monte Sinai, no Propiciatório entre os Kruv, no Tabernáculo, no Templo, etc. Embora a palavra "shekinah" não apareça na Bíblia, há alusões à glória de Elohim ("shekinah") em diversas passagens. A seguir, transcrevo alguns comentários 1) J. B. Payne - Encliclopedia Histórico - Teológica da Igreja Cristã - Editor Walter A. Elwell - Sociedade Religiosa Edições Vida Nova. 2) Dicionário Bíblico Vida nova - Derek Williams, ed. 1) "SHEKINAH - A manifestação visível da glória de Elohim. Embora as escrituras neguem a existência de qualquer localidade permanente para Elohim, descrevem, simultaneamente com a Sua transcendência, a Sua "glória", ou presença apreensível. A glória pode ser expressada no "rosto" de Elohim, no Seu "nome" (Ex 33.18-20), no "Anjo" - os aparecimentos pré-encarnados do Mashiach - ou na "nuvem" (Ex 14.19). A Shekinah diz respeito à nuvem que cercava a glória (Ex 40.34), parecia uma nuvem pesada através da qual chispam os relâmpagos (Êx 19.9,16). A Shekinah apareceu pela primeira vez quando Elohim conduziu Israel para fora do Egito e o protegeu por meio de "uma coluna de nuvem e de fogo" (13.21; 14.19). A nuvem vindicou Moshe contra os "murmuradores" (16.10; Nm 16.42) e cobriu o Sinai (Ex 24.16) enquanto ele se comunicava ali com Elohim (v.18; cf. 33.9). Elohim "habitava ( sakan, 25.8) no meio de Israel no tabernáculo (miskhan, "lugar de habitação", v.9; cf. 1 Rs 8.13), que tipificava a Sua morada nos céus (1 Rs 8.30; Hb 9.24). A nuvem encheu o tabernáculo (Êx 40.34-35; cf. Rm 9.4); e o uso pós-bíblico, portanto, designou essa manifestação permanente e visível como "shekinah", "habitação" [da presença de Elohim]". Pouco depois, em duas ocasiões, "saiu fogo (consumidor) de diante do YAWHE" (Lv9.23; 10.2). Especificamente, Elohim apareceu "na nuvem sobre o propiciatório que está sobre a arca" (Lv 16.2; Ex 25.22; cf. Hb 9.5). A Shekinah conduziu Israel através do deserto (Ex 40.36-38); e, embora a perda da arca importasse em "Ykavod [nenhuma glória]" (1 Sm 4.21), a nuvem voltou a encher o Templo de Salomão ( 1 Rs 8.11; cf. 2 Cr 7.1). Ezequiel visualizou sua partida por causa do pecado (Ez 10.18) antes da destruição desse templo, e o judaísmo confessava a ausência dela do segundo templo. A Shekinah reapareceu com o Mashiach (Mt 17.5; Lc 2.9), o Elohim verdadeiro localizado (Jo 1.14; skene, "tabernáculo"; cf. Ap 21.3, = sekîna?), a glória do último templo (Ag 2.9; Zc 2.5). Cristo subiu na nuvem da glória (At. 1.9) e, um dia, voltará dessa maneira (Mc 14.62; Ap. 14.14; cf. Is 24.3; 60.1)." - J. B. Payne - Enciclopédia Histórico - Teológica da Igreja Cristã - Editor Walter A. Elwell - Sociedade Religiosa Edições Vida Nova. 2) SHEKINAH. Esplendor, glória ou presença de Elohim habitando no meio do seu povo e o equivalente judaico mais próximo do Espírito Santo. O termo é posterior à Bíblia, mas o conceito está no ensinamento de que Elohim habita no meio do seu povo (Êx 29.45s.). A glória de Elohim é vista em fenômenos como relâmpagos e nuvens no monte Sinai (Êx 19.16) e a nuvem brilhante que descia sobre a tenda da congregação e guiou Israel pelo deserto (Êx 40.34ss.) .A glória divina também está presente de modo especial no templo e na cidade celestiais (Ap 15.8; 21.23). Foi vista na transfiguração de Yeshua (Lc 9.32) e será vista quando Yeshua voltar à terra (Mc 8.38). - Transcrito do Dicionário Bíblico Vida nova - Derek Williams, ed.

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

OS SETE ESTÁGIOS DA TENTAÇÃO



Introdução: O que você faria se por engano seu patrão paga mais que o devido? Se você soubesse que poderia se sair bem com uma mentira, você se arriscaria? Você devolveria uma nota de 100 reais que tivesse no pátio da casa de um amigo? Você considera essas situações como tentação? Toda tentação passa por sete estágios - Texto: Yaakov 1.13-17 “Ninguém ao ser tentado, diga: Sou tentado por Elohim”. Haváh no Edem foi tentada. Depois ela tentou a Adam – mas ninguém assumiu a culpa. Você já culpou Elohim por seus pecados, ou tentações? 

 1. Elohim não é fonte de nenhuma tentação.  2.O ETERNO não tenta ninguém. “Toda boa dádiva e todo dom perfeito vêm do alto, descendo do Pai das luzes, que não muda como sombras inconstantes”. v.17 3. Ele não mandou, não manda e jamais mandará tentações contra você. 


ESTÁGIO 1: OLHAR - “QUANDO ESTA O ATRAI” “Cada um é tentado...quando esta o atrai”. (v.14) A palavra “atrai” é emprestada da caça e da pesca, quando um peixe vai saindo lentamente para fora de seu esconderijo, ou quando um animal vai até o local onde há uma armadilha pronta para pegá-lo. O quadro é de uma pessoa sendo distraída por algo que desvia sua atenção de um foco principal. Pode ser um telefonema, uma pessoa que passa por você, um perfume que traz velhas lembranças de pecados anteriores, o caixa que lhe dá dinheiro a mais por engano, uma fofoca apimentada. Esse primeiro estágio é chamado de “olhar” porque desempenha o papel da porta de entrada na terra da tentação. A tentação jamais poderá tocá-lo sem primeiro “atrair” seu olhar. Guerreiros hábeis aprendem como discernir quase imediatamente quando estão sendo atraídos – e recuam no mesmo momento! Se você não entra pela porta, não pode ser tentado. A Bíblia diz: “Não amem o mundo nem o que nele há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele. Pois tudo o que há no mundo - a cobiça da carne, a cobiça dos olhos e a ostentação dos bens - não provém do Pai, mas do mundo. O mundo e a sua cobiça passam, mas aquele que faz a vontade de Elohim permanece para sempre”. 1 Yochanan 2.15-17 O segredo do estágio 1 é: Recue imediatamente quando sente que está sendo atraído! 

ESTÁGIO 2: COBIÇA - “A PRÓPRIA COBIÇA” Faça uma checagem da tentação. Quais são as maiores fontes de tentação que enfrenta: Raiva, roubo, imoralidade, ódio, inveja, embriagues, pornografia, mentira. Identifique as maiores fontes de suas tentações. Qual é a principal pessoa que me tenta? E a principal situação que me tenta? O principal lugar onde sou tentado? O principal pensamento que me tenta? Imagine se todas essas coisas que o tentam simplesmente desaparecessem! A vida seria maravilhosa, não seria? A santidade seria “fácil”, se essas fontes de tentação sumissem. Mas a tentação vem de nosso cobiça. “Cada um é tentado pela sua própria cobiça, quando esta o atrai e seduz”. (v.14) Nós somos a fonte da tentação que enfrentamos! É a sua cobiça. Seus desejos ocultos o atraem. A tentação só é eficaz por causa do que há dentro de você e não fora. A sede de toda tentação que você enfrenta é seu próprio coração. A Bíblia diz: “Pois do coração saem os maus pensamentos, os homicídios, os adultérios, as imoralidades sexuais, os roubos, os falsos testemunhos e as calúnias”. Mt 15.19 Não é uma mulher ou um homem que é a fonte de tentação, mas sim o nosso coração cheio de cobiça. Ou então, no caso da pessoa que diz: “Não pude me controlar: aquele dinheiro sobre a mesa foi tentador demais”. O dinheiro esquecido sobre a mesa não é a fonte de tentação, mas sim seu coração ganancioso. Quando a Bíblia diz sobre “sua própria cobiça”, significa algo que nos atrai, que desperta em nós um desejo incontrolável. Se você é tentado (e todos somos), nunca culpe outras coisas ou pessoas: pegue um espelho e aponte o dedo para a pessoa que vê diante do espelho. O segredo do Estágio 2 é: Toda tentação só é eficaz por causa de meus desejos pessoais. 

ESTÁGIO 3: SEDUÇÃO - “E SEDUZ” Seduzir é atrair com habilidade A Bíblia diz: “Não cobices no teu coração (sedução interior) a sua formosura, nem te deixes prender com suas olhadelas (sedução exterior) Pv. 6.25 Qual é o propósito de toda sedução? Aumentar seu desejo, de modo que influencie seus pensamentos e atitudes. O desejo incontrolável cega, não é? Tudo o que o estágio 3 faz é atirar lenha seca no fogo ardente do seu desejo. A lenha pode ser atirada por seu próprio coração, ou por ações externas de outros. Nesta altura, você já não se importa mais com o preço que terá de pagar por satisfazer seu desejo. A boa notícia é que a sedução pode ser interrompida. Se a tentação é externa, fuja. Se é interna, pare com aquela conversa interior, imediatamente. Quanto mais rápido você extingue as chamas do desejo, mais rápido você o controla. Quando seus desejos são controlados, a tentação se desvanece. O segredo do Estágio 3: Fuja – Yosef na casa de Potifar no Egito é o exemplo. 

ESTÁGIO 4: CONCEPÇÃO - “A COBIÇA, DEPOIS DE HAVER CONCEBIDO” Há um abismo enorme entre nosso “desejo” e sua satisfação por meio do “pecado”. Toda tentação tem apenas um objetivo: levá-lo ao pecado. Primeiro a tentação o atrai, então seu desejo responde; depois, seu desejo cresce com a sedução e finalmente “concebe” a decisão de pecar. Note a seqüência neste versículo:“Cada um é tentado pela sua própria cobiça, quando essa o atrai e seduz. Então, a cobiça, depois de haver concebido, dá à luz o pecado...” (v.14-15) A sedução é o elo poderoso entre o desejo e a decisão. A sedução só pode começar quando o desejo é instigado. Ex: pessoas casadas que começam a pensar nas coisas ruins que o cônjuge já fez, ou tem feito, e que acabam achando uma razão positiva para adultério: “meu cônjuge terá exatamente o que merece, aquele rato sujo!”. O segredo do estágio 4 é: Decida com antecedência não pecar, Nunca se permita pensar numa boa razão para pecar, assim você jamais tomará a decisão de pecar. 

ESTÁGIO 5: NASCIMENTO - “DÁ À LUZ O PECADO” Depois que você decide pecar, este nasce rapidinho O Espírito Santo, nos dá um aviso, dizendo-nos: “cai fora, Fuja !” insistindo com o crente para que ele interrompa o pecado. Elohim ainda oferece uma chance de escapar! O segredo do Estágio 5 é: Aborte o pecado, antes que seja tarde demais. 

ESTÁGIO 6: CRESCIMENTO - “E O PECADO, UMA VEZ CONSUMADO” Todo pecado cresce. Se você se entrega à ira, ela cresce. Se você se entrega à cobiça, a cobiça cresce. Se você se entrega ao amor ao dinheiro, ele cresce. O pecado não se satisfaz numa única vez. O pecado é um vício. O pecado cresce como um organismo vivo, da concepção ao nascimento, e do nascimento à maturidade. Um pecado cresce e espalha-se até o próximo pecado e dali para o próximo. O pecado busca o controle. O segredo do Estágio 6 é: Cada pecado que você comete cava a sua sepultura, Nunca acredite, nem por um minuto, na mentira: “Vou pecar apenas mais esta vez”, pois o pecado se fortalece contra você a cada vez que você o comete. 

ESTÁGIO 7: MORTE - “O PECADO...GERA A MORTE”. O poder e a presença do pecado crescem com maior firmeza à medida que o cristão decide repetidamente pecar. Isto vai levando a uma tendência cada vez mais destrutiva. Nos estágios iniciais da prática deste pecado, ele poderia facilmente parar; nos últimos estágios, porém, mal consegue resistir - apesar de toda determinação e orações sinceras. “Portanto, não permitam que o pecado continue dominando os seus corpos mortais, fazendo que vocês obedeçam aos seus desejos... Pois o pecado não os dominará, porque vocês não estão debaixo da Lei, mas debaixo da graça. Não sabem que, quando vocês se oferecem a alguém para lhe obedecer como escravos, tornam-se escravos daquele a quem obedecem: escravos do pecado que leva à morte, ou da obediência que leva à justiça? Assim como vocês ofereceram os membros do seu corpo em escravidão à impureza e à maldade que leva à maldade, ofereçam- nos agora em escravidão à justiça que leva à santidade”. Rm 6.12,14a , 16,19b. Paulo, em Rm 6 deixa claro que certamente o pecado pode dominar a vida do cristão – por isso ele deu tal instrução. Ele pode dominar qualquer cristão que repetidamente sucumbe às suas tentações. O pecado contínuo espalha trevas. “Portanto, irmãos, rogo-lhes pelas misericórdias de Elohim que se ofereçam em sacrifício vivo, santo e agradável a Elohim; este é o culto racional de vocês. Não se amoldem ao padrão deste mundo, mas transformem-se pela renovação da sua mente, para que sejam capazes de experimentar e comprovar a boa, agradável e perfeita vontade de Deus”. Rm 12.1-2 O segredo do Estágio 7 é: Independente do nível de escravidão sob a qual você se encontra, a obra de Yeshua é suficiente para torna-lo totalmente livre”. CONCLUSÃO: “Para isso o Filho de Elohim se manifestou: para destruir as obras do Diabo”. 1 Yochanan 3.8b Se você está preso pelo pecado, nunca é tarde demais para voltar, arrepender-se, retornar à sensatez e ser liberto de todas as amarras do inimigo.

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

O campo de treinamento de Querite

Elohim tinha um senário treinamento preparado para Eliyahu, ao envia-lo da corte do rei Acabe ao riacho de Querite. O profeta mal tinha ideia de que sua retirada para Querite seria a sua própria experiência num campo de treinamento. Ali, ele seria treinado para confiar em seu líder de modo que pudesse, por fim, batalhar contra um inimigo traiçoeiro. Para conseguir isso, o Yawheh iria “coloca-lo na linha” em Querite. Veio-lhe a palavra do Yawheh, dizendo: Retira-te daqui, vai para o lado oriental e esconde-te junto á torrente de Querite, fronteira ao Yardem. Beberas da torrente; e ordenei aos "árabes" que te sustentem. Foi, pois e fez segundo a palavra do Yawheh; retirou-se e habitou junto a torrente de Querite fronteira ao Yardem. 1 Reis 17: 2-5 Ao lemos essas palavras e tentarmos imaginar o verdadeiro cenário, começamos a ver a natureza surpreendente do plano de Elohim. Aparentemente, o acerto mais logico seria manter Eliyahu na presença do rei, servindo de espora, pressionando o rei ímpio á submissão forçando-o a render sua vontade aquele que o havia criado. Além do mais, nenhum dos conselheiros e consultores de Acabe tinha a integridade de Eliyahu. Não havia por perto ninguém para confrontar a maneira idolatra de governar do rei ou seus atos cruéis e injustos contra o povo de Israel. A única coisa que fazia sentido era manter Eliyahu lá na corte do rei. Isso pela logica humana. Os planos de Elohim são sempre cheios de surpresas e mistérios. Enquanto nos optamos por deixa Eliyahu ali, bem diante do nariz de Acabe, Elohim optou por outro plano. Ele tinha coisas que queria operar no profundo da alma de seu servo, em que um Elohim despreparado, desobediente e descompromissado seria destruído. Por causa disso, Elohim o enviou imediatamente para um lugar de isolamento, escondido de todo mundo, onde ele não apenas seria protegido dos perigos físicos, mas seria mais bem preparado para uma missão ainda maior. Para que o herói piedoso fosse útil como um importante instrumento nas mãos de Elohim, ele deveria ser humilhado e forçado a confiar. Em outras palavras ele deveria ser colocado na “linha”. Não creio que Elohim possa abençoar abundantemente alguém até que essa pessoa seja profundamente ferida por Ele. Com o passar dos anos, tenho observado que, quanto maior a ferida maior a utilidade. É comum no antigo testamento que os nomes originais dos lugares tenham um significado simbólico. É exatamente isso que acontece com o termo hebraico “Querite”. Apesar de não se conseguir identificar hoje a localização do riacho (ou torrente, conforme o termo bíblico), sabemos que o seu nome deriva do verbo original Cha-rath, que significa “cortar, colocar no tamanho correto”. A palavra é usada no Tanak nos dois sentidos: Ser cortado (separado) dos outros ou ser privado das bênçãos de uma aliança, e também no sentido de aparelhar uma peça de madeira para construção, deixando-a no tamanho correto para ser usado.

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Quando você fica sozinho na brecha

Ainda hoje encontramos pessoas que ficam sozinhos na brecha, aquelas que ainda lutam para nos manter acordados. Um punhado de corajosos da escola Columbine me vem á mente. Armas carregadas e ameaças não puderam calar suas vozes. Penso neles como os Eliyahu dos tempos modernos, os quais Elohim usa para entregar mensagens capaz de mudar vidas. Homens e mulheres de coragem, prontos a se levantarem e cumprirem a missão. Heróis autênticos. Eliyahu, Davi, Ester, Moshe e Yosef, e outros não tinham sequer um osso fraco em seus corpos. Eram homens e mulheres que queriam permanecer firmes contra as forças mais poderosas de seus dias, sem relutar ou ter qualquer empecilho para proclamar o nome do Yawheh. Você se lembra daquilo que Elohim mandou outros dos seus grandes profetas escrever? Busquei dentre eles um homem que tapasse os muros e se colocasse na brecha perante mim a favor desta terra, para que eu não a destruísse; mas a ninguém achei. Ezequiel 22: 30 A busca continua. Nosso Yawheh ainda esta procurando pessoas que façam diferença. Homens que ousam não serem medíocres. Ousam não se misturar com o cenário neutro deste mundo. Ás vezes é preciso acompanhar muito de perto e conversar por um longo tempo até que uma pessoa resolva declarar sua fidelidade a Elohim. Ás vezes é preciso procurar por muito tempo e com bastante cuidado para encontrar alguém que tenha a coragem de se levantar em nome de Elohim. É isso que criamos nessa época de tolerância e comprometimento? A vida de Eliyahu nos ensina o que o Yawheh que de nós.

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Elias, um homem escolhido por Deus



Prezado leitor, agradeço a cada um que tem sido assíduo ao blog "Retornando as Escrituras Sagradas". E hoje quero falar para vocês sobre a vida de um grande homem de Elohim que tem me inspirado a buscar a cada dia mais a Elohim e conhecer o seu poder, este homem foi o profeta Eliyahu. Um homem que penetrando com toda força nesta era da impiedade e mal, vemos Eliyahu, o profeta de Elohim, mandado dos céus. Uma análise rápida de sua apresentação revela alguns fatores relevantes, e hoje quero abordar um destes fatores. O nome do profeta. A primeira coisa que exige nossa atenção é o nome de Eliyahu. A palavra hebraica para “Elohim” no Tanak é, usadas em alguns momentos de forma abreviada de El. A palavra Yah é o termo usado para “Yawheh”. Assim, no nome de Eliyahu encontramos as palavras usadas para “Elohim” e “Yawheh”. Entre eles existem um pequeno “Y” que, em hebraico é uma referencia ao pronome pessoal “meu”. Colocando as palavras juntas, descobrimos o significado do nome Eliyahu é “Meu Elohim é Yawheh” ou “o Yawheh é o meu Elohim”. Acabe e Jezabel estavam no controle da terra e o deus que eles adoravam era baal. Mas, quando Eliyahu entra em cena, seu próprio nome já fazia uma apresentação: “Eu tenho um Elohim. Seu nome é "Yawheh”. Ele é o único que sirvo e o único que me prostro. Como já havia dito antes, que a separação entre Elohim e o seu povo tinha chegado ao seu ponto mais distante. Eliyahu se coloca no meio desta brecha. Sua terra. O segundo ponto importante é o lugar de origem de Eliyahu. Ele era de Tisbé e, por isso é chamado de “Eliyahu, o tisbitá”. Lembre-se que sabemos muito pouco sobre Tisbé, sendo que ate sua localização não é exata. No entanto o texto indica claramente que ele ficava em Gileade. No norte da transjordânia, isto é, do lado leste do rio Yardem. A partir desta pista, alguns historiadores juntaram alguns fragmentos com o auxilio da pá dos arqueólogos. Gileade era um lugar solitário e de vida ao ar livre, onde seus habitantes era provavelmente rudes, queimados de sol, musculosos e fortes. Nunca foi um lugar de educação, sofisticação e diplomacia. Era uma terra árida, e muitos acham que a aparência de Eliyahu tinha muita relação com a sua terra. Seus hábitos beiravam o grosseiro e o áspero, o violento e o severo. Não muito distantes de outros personagens fortes que Elohim introduzira na cena em certos momentos da historia de um mundo insuspeito. Esses personagens podem não ter muitos amigos, mas uma coisa é certa: Eles não são ignorados. Os profetas são sempre assim. Era necessária a presença de um homem assim naquele momento de Israel. Um homem austero e solitário da rude vila de Tisbé.