terça-feira, 14 de janeiro de 2014

As 10 Sefirotes de Hashem (Deus).

As 10 Declarações correspondem às Dez Sefirotes e são sua reflexão no mundo físico. As Dez Declarações: 1. “Haja Luz” – B'reshit 1:3 – Cachamah – Sabedoria 2. “Haja um Firmamento” – 1:16 – Binah – Compreensão 3. “Que as águas se reúnam” – 1:9 – Chesed – Amor (Compaixão) 4. “Que a terra verdeje de verdura” - 1:11 – Gevurah – Força 5. “Haja luzeiros no firmamento” – 11:14 – Tiferet – Beleza 6. “Fervilhem as águas um fervilhar de seres vivos” – 1:20 – Netzah – Vitória 7. “Que a terra produza seres vivos” – 1:24 – Hod – Esplendor 8. Façamos o homem à nossa imagem” – 1:26 – Yesod – Fundação 9. “Dá-nos toda verdura” – 1:24 – Malchut – Reino A Décima Declaração está contida no Primeiro Versículo: “No Princípio Deus criou o céu e a terra” e é correspondente a Kéter-Coroa, a primeira séfira. Até mesmo Kéter-Coroa deve receber a Existência da Entidade Infinita que está acima desta séfira e, ainda que seja ela, Kéter-Coroa, o mais elevado elemento, é infinitamente inferior à Entidade Infinita. Como em todas as hipóstases o Logo aparece tanto como uma força (potência) tanto como uma Personificação. Assim, como temos Proximidade, temos Personificação. O conceito de Emanação é o de um processo no interior de D’us, segundo o qual o Universo se dá pela Vontade Dele. Mas é Kéter-Coroa que expressa essa Vontade. No processo de nossa compreensão vamos aderindo conceitos a conceitos que virão sempre recorrentes. Destarte, quando estabelecêramos o conceito de Yachid, o Único, cuidávamos de evidenciar a singularidade e simplicidade do Incriado. Kéter-Coroa é Vontade, mas é Kéter, tão só uma Séfira, que vai representar aquela Vontade que dá impulso inicial à Existência. Vejam, quando o texto afirma, peremptoriamente, que as Sefirotes são dez, não nove, isso confirma que é Kéter que é Vontade, pois se o Criador fosse Vontade (um atributo positivo, como pode?), Kéter-Coroa, que é uma Séfira, seria igual a D’us. E como ? E daí, só restariam nove sefirotes; mas elas são dez, não nove, não onze ! Como são dez, Kéter é, pois, tão só, uma Séfira, a da Vontade, uma séfira, Vontade, e não um atributo ao Divino. E, quando o texto reitera que é dez, e não onze, é para que não nos esqueçamos que D’us não é séfira, senão ter-se-ia onze Sefirotes: D’us mais dez Sefirotes ! Mas, valte então, também, a afirmação de que o Criador está fora do universo sefirótico, ainda que o emane e o manifeste, já que este universo está longe da Entidade Infinita, absolutamente longe! A Criação emana, imaterialmente, de um além da plenitude do Ser, na qual toda condensação, - supramente livre – não representa senão a superabundância, a pletora e a gratuidade Dele. Diríamos de Sua Graça. Continua. GLOSSÁRIO: Keter – Primeira Séfira – Coroa Mundo da Emanação, ou Mundo de Azilut, plano da Divindade, das idéias puras Azilut – Mundo das Emanações, Luzes Divinas Hipóstase - Em teologia, a Trindade com 3 pessoas distintas em uma só. Do grego Hipostase, o que é o ponto de baixo. Em Kabbalah refere-se a emanação como tal, ou descesso sefirótico. Malchut – O Reino, a Realeza, o mundo físico Binah – 3ª esfera, 3ª séfira, compreensão, entendimento na coluna da Forma. Ao contrário de Hochmah a 2ª Séfira, A Sabedoria, pura força, Binah representa a energia que se transforma em força. A forma em potencial. Sizigias – Pares de deuses consortes (em egiptologia). O termo se aplica à polaridade das sefírote na Árvore da Vida, quando uma séfira se complementa com a outra.

domingo, 22 de dezembro de 2013

SALMO 121 EM HEBRAICO (TRANSLITERADO E TRADUZIDO)




 Shir LaMa’aloth Canção para a Ascenção Essá Eynai el-HeHarim Levanto meus olhos para os montes MeAyin YaVô Ezr’i De onde virá meu socorro? Ezr’i Me’im HaShem Meu socorro vem do Senhor Ossê Shamayim Va’Aretz Que fez os Céus e a Terra Al-Yithen LaMot RagleKha Não deixará teu pé tropeçar, Al-YaNum ShomreKha Não se omitirá aquele que te guarda Hinê Lo-YaNum VeLo Yishan Shomer Yisrael Eis que não se omitirá nem dormirá o Guardião de Israel HaShem ShomreKha, HaShem Tzil’Kha O Senhor te guardará, te cobrirá [com Sua sombra] Al-Yad YemineKha À tua direita. Yoman HaShemesh Lo-YakeKha De dia, o Sol não te molestará VeYareach BaLaylah Nem a Lua, à noite. HaShem YiShmorKha Mi-Kol Rá O Senhor te guardará de todo Mal YiShmor eth-NafsheKha Ele guaradará tua alma. HaShem YiShmor TzethKha UVoeKha O Senhor guardará tua entrada e tua saída, MeAtah VeAd-Olahm Desde agora e para sempre

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

A idolatria e as suas consequências.

Base para a leitura: Êxodo: 20: 2 ao 6 Definição de idolatria (infidelidade) Introdução A idolatria é usualmente definida como a prática de adoração a ídolos, valores e ideias em oposição à adoração a um Elohim monoteísta. A idolatria é considerada um dos maiores pecados nas religiões abraâmicas, de outro modo, em religiões onde esta atividade não é considerada como pecado. Quais imagens, ideias e objetos, constituem idolatria, e quais constituem uma adoração válida é um assunto de discussões por autoridades e grupos religiosos. É notável o conflito sobre o uso do termo no cristianismo, entre dois dos seus principais ramos, o catolicismo e o protestantismo. Um termo originalmente de cunho religioso, a idolatria foi duramente condenada por certas religiões cujos ritos não incluíam imagens de ídolos. A Bíblia, a Torah e o Alcorão são particularmente taxativos quanto à idolatria, comparando-a com alguns dos piores crimes e pecados concebíveis. Por conta desta condenação, o termo "idolatria" é atualmente adotado como forma pejorativa de referência a práticas religiosas não abraâmicas. Desobedecendo as leis de Elohim segundo os seus mandamentos. Por que Elohim abomina a idolatria? Pervertemos a verdadeira adoração quando substituímos Elohim por outra coisa e agimos em contrariedade às instruções de Elohim. Elohim não vai compartilhar o amor do seu povo com outro deus. A idolatria é infidelidade. Yirmeyahu a descreve como "adulterou, adorando pedras e árvores" (Yirmeyahu 3:9). É isso que Sha'ul frisa em sua discussão com os coríntios sobre o zelo divino e a devoção ao Mashiach (2 Coríntios 11:2-3). A irracionalidade (Atos 17: 16), o absurdo (Yeshayahu 44) e a tragédia (1 Reis 18) da idolatria também são temas frequentes nas Escrituras. Para onde foram todos os ídolos? Será que um mal antigo poderá se tornar uma ameaça em nossos dias? A nossa percepção se aprimora quando lemos a palavra de Sha'ul: "Avareza, que é idolatria" (Colossenses 3:5) e "avarento que é idólatra" (Efésios 5:5). Uma pessoa gananciosa não pode ir para a nova Yerehushalaym (1 Coríntios 6:10; 5:11). Qualquer preocupação exagerada se torna um deus. Quando o orgulho, o dinheiro, os bens, o emprego ou as realizações pessoais passam a rivalizar com Elohim, somos idólatras (Mattiyahu 6:24; Filipenses 3:19; Romanos 16:18)! Satanás é o "deus deste século" (2 Coríntios 4:4). Há forças da maldade que influenciam os homens a agir como se Elohim não fosse Elohim. O secularismo faz das conquistas do homem um deus. O humanismo nega a natureza espiritual do homem e como idolatria substitui o todo pela parte, adorando o fragmento. O comunismo, descrito por um discípulo desiludido como "o deus que fracassou", assassinou milhões e aprisiona um terço do mundo com uma interpretação econômica da história. Sim, o mundo moderno pode ser corretamente visto do modo em que Sha'ul via os atenienses, "idolatria dominante na cidade" (Atos 17:16). Ao refletirmos sobre esse mundo e perguntarmos se os crentes podem transformá-lo, há uma questão mais fundamental: "Será que sou idólatra?". Se Elohim aborrece a idolatria, por que mandou Moshe levantar uma serpente de bronze? Nada do que Elohim fez ou faz Ele o realiza sem propósito, uma das perguntas mais frequentes entre que vejo os idolatras fazerem é justamente esta, mas o que me impressiona são pessoas que não conhecem a Palavra de Elohim e isto porque não conhecem o Espirito de Elohim que é quem nos revela a palavra, porem este é um texto que não é necessário uma revelação, mas ter o conhecimento necessário bíblico. Elohim manda Moshe erguer uma serpente por conta da murmuração do povo e as serpentes começam a surgir nos desertos e picar os murmuradores os levando a morte, então Moshe recebe autorização do alto para erguer uma serpente para que ela tipificasse o Mashiach sendo levantado na Estaca, mas a serpente não era um símbolo do Mashiach, mas de pecado e assim como hoje qualquer que se arrepender e olhar para o Mashiach através da sua estava de execução recebe perdão e cura, assim foi com a serpente todo o que olhasse para ela receberia a cura e o perdão, visto que através de uma serpente a morte entrou no mundo e foi vencida na estaca por Yeshua, assim a serpente de bronze chamada Neusta “pedaço de bronze” foi um símbolo de morte causada pelo afastamento de Israel do Elohim vivo, e tudo através da murmuração. (Bamdbar 21: 5). Más esta mesma serpente quando passou a servir de adoração entre o povo ela foi destruída. (2 Reis 18:4)! A idolatria “gospel” As vezes fico pensando sobre o que Moshe faria se estivesse vivo hoje. Se ele se irou contra um bezerro de ouro fico pensando no ataque do coração que ele teria com os vários bezerros de ouro que existem hoje, que inclusive falam e cantam. Bem piores que aquele do Êxodo. Na verdade, a idolatria e os bezerros evoluem junto com a sociedade. Esse é o pecado base dos outros. Esse é o pecado que vive como uma espécie de hospedeiro e se desenvolve junto com a gente. Por isso as primeiras linhas dos grandes mandamentos são contra a idolatria. E ainda bem que Yeshua pagou o preço desse nosso pecado, porque não temos respeitado os princípios básicos da Tora do Yawheh. Estamos colocando alguém no lugar de Elohim. E sem perceber, principalmente na música, estamos colocando artistas num altar que só pertence a Yawheh. Nesses dias de Jornada Mundial da Juventude lemos muito sobre a idolatria papal da igreja católica romana. Os evangélicos estão sempre lembrando da idolatria deles, e com razão. Considero a figura do papa como um bezerro de ouro. Um dos vários que essa igreja tem construído. Mas o assunto é sobre os cristãos protestantes. Se não temos um papa isso significa que não negociam o lugar e a perfeição de Yeshua com ninguém. Nenhum outro intermediador, nenhuma outra verdade, nada além de Yeshua e sua palavra. Verdade? Na teoria sim. Na prática de muitos não. Eles tem construído os seus papas e bezerros. O mercado gospel da música tem se tornado um altar de imagens que cantam, pulam e em alguns casos falam besteiras enormes.

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

613 mandamentos



Os 613 mandamentos ou 613 mitzvot (do hebraico:תרי"ג מצוות ou Taryag mitzvot sendo TaRYaG um acrônimo do valor numérico "613") é o nome dado ao conjunto de todos os mandamentos que, de acordo com o judaísmo, constam na Torá (os cinco livros de Moisés).1 De uma forma geral, a expressão "A Lei de Moshe" (em hebraico Tora Moshé תורת משה) também é utilizada em referência ao corpo legal judaico. Apesar de que houve muitas tentativas de codificar e enumerar os mandamentos contidos na Torá, a visão tradicional é baseada na enumeração de Maimônides. De acordo com essa tradição, estes 613 mandamentos estão divididos em "mandamentos positivos", no sentido de realizar determinadas ações (mitzvot assê, mandamentos do tipo "faça!", obrigações1 ) e "mandamentos negativos", na qual se deve abster de certas ações (mitzvot ló taassê, mandamentos do tipo "não faça!", proibições1 ). Existem 365 mandamentos negativos, correspondendo ao número de dias no ano solar, que é como se cada dia dissesse à pessoa "Não cometa uma transgressão hoje";1 e 248 mandamentos positivos, relacionado ao número de ossos ou órgãos importantes no corpo humano,2 isto é, como se cada membro dissesse à pessoa: "Cumpra um preceito comigo".1 Apesar de que o número 613 é mencionado no Talmud, sua significância real cresceu na literatura rabínica medieval tardia, incluindo muitos trabalhos listados ou arranjados pelas mitzvot. Três dos mandamentos negativos envolvem yehareg ve'al ya'avor, o que significa que "uma pessoa deve se deixar ser morta ao invés de violar este mandamento negativo", são eles o assassinato, idolatria e relações proibidas.3 Muitas das mitzvot não podem ser observadas a partir da destruição do Segundo Templo (70 E.C.), apesar que elas ainda mantém grande significância religiosa. De acordo com um entendimento padrão, há 77 mandamentos negativos e 194 positivos que podem ser observados hoje. Há 26 mandamentos que se aplicam somente dentro da Terra de Israel.4 Além disso, existem alguns mandamentos baseados em tempo das quais a mulher está isenta (exemplos incluem shofar, sucá, lulav, tzitzit e tefilin5 ). Alguns dependem de um status especial da pessoa no judaísmo (como cohanim), enquanto outros se aplicam apenas aos homens e outros apenas às mulheres. De acordo com o Talmud,6 um verso bíblico afirma que Moisés transmitiu a "Torá" de Elohim para o povo judeu: "Moshe nos mandou a Torá como uma herança para a comunidade de Yaakov".7 O Talmud relata que o valor numérico hebraico (guematria) da palavra "Torá" é 611, e combinando os 611 mandamentos de Moshe com os dois recebidos diretamente de Elohim somam 613. Os dois mandamentos que Elohim entregou diretamente aos judeus foram os dois primeiros dos Dez Mandamentos: isso pode ser visto a partir do fato destes estarem escritos na primeira pessoa. O Talmud atribui o número 613 ao Rabino Simlai, mas outros sábios clássicos que sustentam essa visão incluem o Rabino Shimon ben Azai8 e o Rabino Eleazar ben Yossi, o Galileu.9 Isso é citado nos Midrashim Shemot Rabá,10 Bamidbar Rabá11 e o Talmud Babilônico.12 Muitos filosófos e místicos judaicos (como o Baal HaTurim, o Maharal de Praga e líderes do judaísmo hassídico) encontram alusões e cálculos inspirados na relação com o número de mandamentos. Os tzitziot ("franjas com nós") do talit ("xale [de orações]") estão conectadas aos 613 mandamentos por interpretação: o principal comentarista da Torá, Rashi, baseia o número de nós em uma guematria: a palavra tzitzit (hebraico: ציצת (bíblico), ציצית, como soletrado na Mishná) tem o valor 600. Cada nó tem oito fios (quando dobrados) e cinco jogos de nós, totalizando 13. A soma de todos os números é 613. Isso reflete o conceito de que a utilização de uma vestimenta com tzitzit lembra seu usuário de todos os mandamentos da Torá.

terça-feira, 24 de setembro de 2013

As Pedras Preciosas da Placa Peitoral



Elohim ordenou que se pusessem doze pedras preciosas engastadas sobre o material tecido do peitoral. Sobre cada pedra estava escrito o nome de uma das doze tribos. Além desses nomes as pedras possuíam também as seguintes palavras na placa peitoral: "Avraham, Yitschac, Yacov, Shivtê Yeshurun." Estas palavras adicionais estavam distribuídas sobre todas as gemas, de tal maneira que cada pedra tinha o total de seis letras. Assim, todas as letras do Alef-bet estavam incluídas na placa. Porque a placa deveria conter todas as letras possíveis? Quando o povo de Israel precisava consultar Elohim sobre assuntos importantes, essas letras se iluminavam, formando sentenças, a fim de transmitir a resposta de Elohim. A placa portava os nomes de nossos patriarcas e das tribos, para servir como lembrete do mérito de nossos grandes antepassados e o das tribos. As quatro colunas aludem ao mérito de nossas quatro matriarcas. Esses méritos auxiliavam o Sumo Sacerdote a obter expiação para o povo judeu. Enquanto o Sumo Sacerdote usava a placa, não podia em nenhum momento esquecer o povo judeu. Tinha-os presentes (simbolizados pelos nomes das tribos) enquanto cumpria o serviço Divino. Ao orar, pedia a Elohim que os ajudasse e os abençoasse. Como as Pedras Foram Cortadas As duas pedras preciosas das alças do avental e as doze pedras preciosas da placa deviam ser cortadas de um certo tamanho. Porém Elohim proibiu que se usasse uma faca ou qualquer outro instrumento de metal para cortar essas pedras. As pedras incrustadas deveriam ser perfeitas, sem que faltasse a menor lasquinha sequer. Portanto, as letras sobre as gemas não poderiam ser gravadas através de instrumentos ou ferramentas, pois isto faria com que as gemas ficassem ligeiramente lascadas. Como então, poderiam ser cortadas? Moshê sabia que Elohim havia criado na véspera do primeiro Shabat dos seis dias da Criação um inseto, pequeno como um grão de cevada, que possuía a maravilhosa habilidade de cortar qualquer material, inclusive a mais dura rocha, simplesmente passando por cima. Este inseto surpreendente se chamava shamir. Moshê ordenou que se trouxesse o shamir. Os nomes das tribos foram escritos à tinta sobre as gemas. O shamir foi passado pelas pedras preciosas, e estas se cortaram exatamente sobre a linha marcada pelo artesão. Quando o Templo Sagrado foi destruído, o shamir desapareceu. Urim Vetumim, o Pergaminho Contendo o Nome de Elohim Embutido na Placa. Como mencionamos anteriormente, a placa peitoral foi feita de tal modo que era dobrada ao meio, formando um bolso. Neste bolso Moshê inseriu um pergaminho sobre o qual escreveu o Nome Indizível de Elohim composto de setenta e duas letras. Este nome fazia com que certas letras gravadas sobre as pedras preciosas se acendessem em resposta às questões que lhe eram perguntadas. O nome urim vetumim significa: Urim - as letras se acendiam (da raiz 'or', luz) Tumim - sua resposta era final e inalterável (derivado de 'tam', perfeito) Por isso, a placa peitoral além de ser chamada simplesmente de chôshen era também conhecida como 'Chôshen Mishpat' (mishpat - sentença), uma vez que a decisão final sobre cada assunto duvidoso era alcançada através da iluminação das pedras. Apenas assuntos referentes ao rei, ao tribunal ou ao povo judeu como um povo poderiam ser consultados através das pedras. Não era permitido questioná-las para propósitos particulares. O questionador costumava ir ao Sumo Sacerdote, que portava os urim vetumim. O Sumo Sacerdote voltava sua face em direção a arca (sobre a qual a Divindade pairava), e o inquiridor, de pé atrás dele, tinha de perguntar a questão em voz baixa, no tom de quem está rezando. O Sumo Sacerdote era então inspirado pelo espírito Divino. Ao olhar para as letras da placa que se acendiam, podia combiná-las corretamente e decifrar a resposta de D'us. Os urim vetumim foram consultados pelo povo de Israel durante o período bíblico. Pararam de funcionar com a destruição do primeiro Templo Sagrado. Aharon recebeu o privilégio de portar o nome Divino sobre seu coração como recompensa por sua felicidade, ao ouvir que seu irmão menor Moshê fora escolhido como líder para redimir o povo judeu. Elohim disse: "Que o coração que não sentiu inveja porte a placa contendo o Meu Nome!”.

domingo, 15 de setembro de 2013

Depressão, a doença do seculo



A depressão tem matado mais do que o câncer e a aids, o mundo está sofrendo um surto na alma, nunca os consultórios psicológicos foram tão cheios. A um surto generalizado que não escolhe classe social atinge preto, branco, rico, pobre, magro, gordo, alto e baixo. É a chamada doença do século e infelizmente muitos não resistem a tanta pressão psicológica e acabam tirando a própria vida. Na verdade, o suicida não quer se matar o que ele quer é matar o que está matando-o. É aonde está a comunidade israelita? Ocupados de mais trabalhando com o crescimento financeiro dos seus membros, mais ocupados com a teologia imediatista e da prosperidade, existe hoje dentro da grande maioria das igrejas um povo interesseiro, egoísta e medíocre, que vinculam Elohim a bens financeiros a linha de trabalho destes pseudos homens e mulheres de Elohim é mais ou menos assim: "Irmão Elohim não tem prazer no seu sofrimento, esta é a noite do seu milagre, Elohim me revela que hoje pessoas sairão daqui de posse da sua vitória, vejo portas se abrindo, quem de vocês ainda não tem o carro próprio e a casa própria? Venham aqui na frente porque hoje Elohim vai mudar esta história." E criou-se uma geração que só vincula Elohim a bens terrenos, e aonde estão as almas? Pastores corruptos e irresponsáveis que não entraram na escola de Elohim, para Ele ensinar como se cuida de uma ovelha que vem la do mundo cheia de carrapichos, doente, traumatizada e destruída. Vidas estão indo ao inferno enquanto muitos só estão preocupados em crescimento financeiro, passar em uma faculdade, gradua-se no seu emprego, o sonho da própria empresa. Yeshua diz em uma das suas parábolas o seguinte: E disse-lhes: Acautelai-vos e guardai-vos da avareza; porque a vida de qualquer não consiste na abundância do que possui. E propôs-lhe uma parábola, dizendo: A herdade de um homem rico tinha produzido com abundância; E arrazoava ele entre si, dizendo: Que farei? Não tenho onde recolher os meus frutos. E disse: Farei isto: Derrubarei os meus celeiros, e edificarei outros maiores, e ali recolherei todas as minhas novidades e os meus bens; E direi a minha alma: Alma, tens em depósito muitos bens para muitos anos; descansa, come, bebe e folga. Mas Elohim lhe disse: Louco! esta noite te pedirão a tua alma; e o que tens preparado, para quem será? Assim é aquele que para si ajunta tesouros, e não é rico para com Elohim. Lucas 12:15-21 Hoje o Senhor me despertou para isso, se pararmos de orarmos orações egoístas e buscarmos enxergar como Elohim enxerga a humanidade, vamos ver que existem pessoas à nossa volta esperando uma palavra que saia da nossa boca, uma palavra de vida e salvação. Certa vez me deparei com uma experiencia meio assustadora. Vi uma notícia de uma menina cristã aqui da net, que tinha tirado a sua própria vida e uma colega em comum me contou que ela sofria de depressão e tinha medo de ficar sozinha, e teria um casamento na igreja porem ela não iria e nem a mãe dela, justamente para não deixa-la só, mas a mãe precisou ir a farmácia e quando chegou a menina estava enforcada. Aquela noticia me abateu tanto que fiquei mal o dia todo e quando foi de madrugada fui orar por isso e eu falava mais ou menos assim: Elohim não sei que tristeza é esta que sinto por essa pessoa se eu nem a conhecia, mais durante o dia todo isto está me atormentando, me ajude a compreender o que sente uma pessoa depressiva. Imediatamente tive como uma visão, e me via em um corredor escuro de um hospital, e sentia frio e medo, então comecei a repreender aquilo pois eu achei que fosse a presença de algum espirito maligno perto de mim, mas não era Elohim estava ali me mostrando a realidade de uma pessoa que sente depressão, ela sente vazia, medo, solidão, falta de vontade de viver, não ver mais cor na vida, não quer ver e nem se relacionar com ninguém. "Busquei dentre eles um homem que se colocasse na brecha perante mim, mas não encontrei ninguém." (Ez. 22:30) Ainda vem uns religiosos legalistas falar que depressão é demônio, depressão é uma doença e precisa de atenção com isso, e eu acredito que somente Yeshua tem o antidoto para este mal!

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Por que o Céu é Azul?



Você já parou para pensar nessa pergunta? Qual a explicação para o fato de o céu ser azul? A explicação para essa pergunta pode ser dada a partir de um fenômeno físico que ocorre na atmosfera, denominado de espalhamento de Rayleigh. Como se sabe, a radiação solar que aquece a Terra é uma luz extremamente brilhosa e branca, porém composta por várias outras tonalidades de cor, cada qual com um comprimento de onda específico. O que ocorre é que quando a luz penetra na atmosfera ela atinge os átomos de nitrogênio e oxigênio, bem como as outras partículas que compõem a atmosfera, dando origem ao fenômeno do espalhamento. Como sabemos, a luz é uma onda que possui vários comprimentos. Segundo o fenômeno físico do espalhamento, a luz solar é espalhada em várias direções e com várias tonalidades de cor, cada uma com um comprimento de onda específico, no entanto, a onda que possui o comprimento da cor azul é bem mais definida e eficiente do que as outras. Por esse motivo é que vemos o Sol como um disco brilhante e o restante do céu todo azul, justamente em razão do efeito que a luz provoca sobre os átomos que compõem o ar, a qual faz com que a luz seja espalhada em vários comprimentos de onda, dos quais somente percebemos a cor azul. O mesmo ocorre pela tarde, quando passamos a ver o céu com um leve toque de vermelho ou laranja, que se deve ao fato de a luz percorrer um caminho maior para chegar até nossos olhos. Por Marco Aurélio da Silva