terça-feira, 24 de setembro de 2013

As Pedras Preciosas da Placa Peitoral



Elohim ordenou que se pusessem doze pedras preciosas engastadas sobre o material tecido do peitoral. Sobre cada pedra estava escrito o nome de uma das doze tribos. Além desses nomes as pedras possuíam também as seguintes palavras na placa peitoral: "Avraham, Yitschac, Yacov, Shivtê Yeshurun." Estas palavras adicionais estavam distribuídas sobre todas as gemas, de tal maneira que cada pedra tinha o total de seis letras. Assim, todas as letras do Alef-bet estavam incluídas na placa. Porque a placa deveria conter todas as letras possíveis? Quando o povo de Israel precisava consultar Elohim sobre assuntos importantes, essas letras se iluminavam, formando sentenças, a fim de transmitir a resposta de Elohim. A placa portava os nomes de nossos patriarcas e das tribos, para servir como lembrete do mérito de nossos grandes antepassados e o das tribos. As quatro colunas aludem ao mérito de nossas quatro matriarcas. Esses méritos auxiliavam o Sumo Sacerdote a obter expiação para o povo judeu. Enquanto o Sumo Sacerdote usava a placa, não podia em nenhum momento esquecer o povo judeu. Tinha-os presentes (simbolizados pelos nomes das tribos) enquanto cumpria o serviço Divino. Ao orar, pedia a Elohim que os ajudasse e os abençoasse. Como as Pedras Foram Cortadas As duas pedras preciosas das alças do avental e as doze pedras preciosas da placa deviam ser cortadas de um certo tamanho. Porém Elohim proibiu que se usasse uma faca ou qualquer outro instrumento de metal para cortar essas pedras. As pedras incrustadas deveriam ser perfeitas, sem que faltasse a menor lasquinha sequer. Portanto, as letras sobre as gemas não poderiam ser gravadas através de instrumentos ou ferramentas, pois isto faria com que as gemas ficassem ligeiramente lascadas. Como então, poderiam ser cortadas? Moshê sabia que Elohim havia criado na véspera do primeiro Shabat dos seis dias da Criação um inseto, pequeno como um grão de cevada, que possuía a maravilhosa habilidade de cortar qualquer material, inclusive a mais dura rocha, simplesmente passando por cima. Este inseto surpreendente se chamava shamir. Moshê ordenou que se trouxesse o shamir. Os nomes das tribos foram escritos à tinta sobre as gemas. O shamir foi passado pelas pedras preciosas, e estas se cortaram exatamente sobre a linha marcada pelo artesão. Quando o Templo Sagrado foi destruído, o shamir desapareceu. Urim Vetumim, o Pergaminho Contendo o Nome de Elohim Embutido na Placa. Como mencionamos anteriormente, a placa peitoral foi feita de tal modo que era dobrada ao meio, formando um bolso. Neste bolso Moshê inseriu um pergaminho sobre o qual escreveu o Nome Indizível de Elohim composto de setenta e duas letras. Este nome fazia com que certas letras gravadas sobre as pedras preciosas se acendessem em resposta às questões que lhe eram perguntadas. O nome urim vetumim significa: Urim - as letras se acendiam (da raiz 'or', luz) Tumim - sua resposta era final e inalterável (derivado de 'tam', perfeito) Por isso, a placa peitoral além de ser chamada simplesmente de chôshen era também conhecida como 'Chôshen Mishpat' (mishpat - sentença), uma vez que a decisão final sobre cada assunto duvidoso era alcançada através da iluminação das pedras. Apenas assuntos referentes ao rei, ao tribunal ou ao povo judeu como um povo poderiam ser consultados através das pedras. Não era permitido questioná-las para propósitos particulares. O questionador costumava ir ao Sumo Sacerdote, que portava os urim vetumim. O Sumo Sacerdote voltava sua face em direção a arca (sobre a qual a Divindade pairava), e o inquiridor, de pé atrás dele, tinha de perguntar a questão em voz baixa, no tom de quem está rezando. O Sumo Sacerdote era então inspirado pelo espírito Divino. Ao olhar para as letras da placa que se acendiam, podia combiná-las corretamente e decifrar a resposta de D'us. Os urim vetumim foram consultados pelo povo de Israel durante o período bíblico. Pararam de funcionar com a destruição do primeiro Templo Sagrado. Aharon recebeu o privilégio de portar o nome Divino sobre seu coração como recompensa por sua felicidade, ao ouvir que seu irmão menor Moshê fora escolhido como líder para redimir o povo judeu. Elohim disse: "Que o coração que não sentiu inveja porte a placa contendo o Meu Nome!”.

domingo, 15 de setembro de 2013

Depressão, a doença do seculo



A depressão tem matado mais do que o câncer e a aids, o mundo está sofrendo um surto na alma, nunca os consultórios psicológicos foram tão cheios. A um surto generalizado que não escolhe classe social atinge preto, branco, rico, pobre, magro, gordo, alto e baixo. É a chamada doença do século e infelizmente muitos não resistem a tanta pressão psicológica e acabam tirando a própria vida. Na verdade, o suicida não quer se matar o que ele quer é matar o que está matando-o. É aonde está a comunidade israelita? Ocupados de mais trabalhando com o crescimento financeiro dos seus membros, mais ocupados com a teologia imediatista e da prosperidade, existe hoje dentro da grande maioria das igrejas um povo interesseiro, egoísta e medíocre, que vinculam Elohim a bens financeiros a linha de trabalho destes pseudos homens e mulheres de Elohim é mais ou menos assim: "Irmão Elohim não tem prazer no seu sofrimento, esta é a noite do seu milagre, Elohim me revela que hoje pessoas sairão daqui de posse da sua vitória, vejo portas se abrindo, quem de vocês ainda não tem o carro próprio e a casa própria? Venham aqui na frente porque hoje Elohim vai mudar esta história." E criou-se uma geração que só vincula Elohim a bens terrenos, e aonde estão as almas? Pastores corruptos e irresponsáveis que não entraram na escola de Elohim, para Ele ensinar como se cuida de uma ovelha que vem la do mundo cheia de carrapichos, doente, traumatizada e destruída. Vidas estão indo ao inferno enquanto muitos só estão preocupados em crescimento financeiro, passar em uma faculdade, gradua-se no seu emprego, o sonho da própria empresa. Yeshua diz em uma das suas parábolas o seguinte: E disse-lhes: Acautelai-vos e guardai-vos da avareza; porque a vida de qualquer não consiste na abundância do que possui. E propôs-lhe uma parábola, dizendo: A herdade de um homem rico tinha produzido com abundância; E arrazoava ele entre si, dizendo: Que farei? Não tenho onde recolher os meus frutos. E disse: Farei isto: Derrubarei os meus celeiros, e edificarei outros maiores, e ali recolherei todas as minhas novidades e os meus bens; E direi a minha alma: Alma, tens em depósito muitos bens para muitos anos; descansa, come, bebe e folga. Mas Elohim lhe disse: Louco! esta noite te pedirão a tua alma; e o que tens preparado, para quem será? Assim é aquele que para si ajunta tesouros, e não é rico para com Elohim. Lucas 12:15-21 Hoje o Senhor me despertou para isso, se pararmos de orarmos orações egoístas e buscarmos enxergar como Elohim enxerga a humanidade, vamos ver que existem pessoas à nossa volta esperando uma palavra que saia da nossa boca, uma palavra de vida e salvação. Certa vez me deparei com uma experiencia meio assustadora. Vi uma notícia de uma menina cristã aqui da net, que tinha tirado a sua própria vida e uma colega em comum me contou que ela sofria de depressão e tinha medo de ficar sozinha, e teria um casamento na igreja porem ela não iria e nem a mãe dela, justamente para não deixa-la só, mas a mãe precisou ir a farmácia e quando chegou a menina estava enforcada. Aquela noticia me abateu tanto que fiquei mal o dia todo e quando foi de madrugada fui orar por isso e eu falava mais ou menos assim: Elohim não sei que tristeza é esta que sinto por essa pessoa se eu nem a conhecia, mais durante o dia todo isto está me atormentando, me ajude a compreender o que sente uma pessoa depressiva. Imediatamente tive como uma visão, e me via em um corredor escuro de um hospital, e sentia frio e medo, então comecei a repreender aquilo pois eu achei que fosse a presença de algum espirito maligno perto de mim, mas não era Elohim estava ali me mostrando a realidade de uma pessoa que sente depressão, ela sente vazia, medo, solidão, falta de vontade de viver, não ver mais cor na vida, não quer ver e nem se relacionar com ninguém. "Busquei dentre eles um homem que se colocasse na brecha perante mim, mas não encontrei ninguém." (Ez. 22:30) Ainda vem uns religiosos legalistas falar que depressão é demônio, depressão é uma doença e precisa de atenção com isso, e eu acredito que somente Yeshua tem o antidoto para este mal!

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Por que o Céu é Azul?



Você já parou para pensar nessa pergunta? Qual a explicação para o fato de o céu ser azul? A explicação para essa pergunta pode ser dada a partir de um fenômeno físico que ocorre na atmosfera, denominado de espalhamento de Rayleigh. Como se sabe, a radiação solar que aquece a Terra é uma luz extremamente brilhosa e branca, porém composta por várias outras tonalidades de cor, cada qual com um comprimento de onda específico. O que ocorre é que quando a luz penetra na atmosfera ela atinge os átomos de nitrogênio e oxigênio, bem como as outras partículas que compõem a atmosfera, dando origem ao fenômeno do espalhamento. Como sabemos, a luz é uma onda que possui vários comprimentos. Segundo o fenômeno físico do espalhamento, a luz solar é espalhada em várias direções e com várias tonalidades de cor, cada uma com um comprimento de onda específico, no entanto, a onda que possui o comprimento da cor azul é bem mais definida e eficiente do que as outras. Por esse motivo é que vemos o Sol como um disco brilhante e o restante do céu todo azul, justamente em razão do efeito que a luz provoca sobre os átomos que compõem o ar, a qual faz com que a luz seja espalhada em vários comprimentos de onda, dos quais somente percebemos a cor azul. O mesmo ocorre pela tarde, quando passamos a ver o céu com um leve toque de vermelho ou laranja, que se deve ao fato de a luz percorrer um caminho maior para chegar até nossos olhos. Por Marco Aurélio da Silva

domingo, 21 de julho de 2013

Bat Mitsvá



Inicialmente é importante ressaltar que o menino ou a menina não fazem Bar/Bat Mitsvá e sim se tornam Bar/Bat Mitsvá. Assim, a partir do momento em que o menino completa 13 anos (segundo o calendário judaico) e a menina completa 12 anos (segundo calendário judaico), eles se tornam respectivamente Bar e Bat Mitsvá, que significam Filho ou Filha do Mandamento. Bar e Bat Mitsvá marcam a passagem da infância para a idade adulta, em termos religiosos. É quando os jovens passam a ser responsáveis por sua conduta moral e devoção. Passam a contar no minian (quorum de 10 pessoas exigido para realização de qualquer ato religioso de caráter público), como um dos três judeus necessários para a recitação do Birkat Hamazon (bênção após as refeições) e a ser responsáveis pelo cumprimento das Mitsvot, entre elas, usar Talit, colocar Tefilin diariamente e jejuar em Iom Kipur. Coletivamente, cada jovem que se torna Bar/Bat Mitsvá representa uma reafirmação dos valores e tradições judaicas, sobre os quais repousa o futuro do nosso povo. Este status legal e religioso é reconhecido publicamente através da cerimônia de Bar Mitsvá, que é realizada geralmente, (mas não necessariamente) no primeiro Shabat após o 13º aniversário do menino pelo calendário judaico. Nesta ocasião, o jovem é chamado pela primeira vez para ler um trecho da Torá e/ou recitar as bênçãos antes e depois de sua leitura. Durante os meses que antecedem essa data importante, o jovem estuda as noções fundamentais da história e das tradições judaicas, as orações, costumes do povo, e os princípios que regem a fé judaica. Aprende também a colocar Tefilin (meninos) e o trecho semanal da Torá relativo ao dia da cerimônia. A celebração do Bar Mitsvá, para os meninos, inicia-se com a colocação dos Tefilin em cerimônia pública na sinagoga. No sábado seguinte, o Bar/Bat Mitsvá é chamado/a pela primeira vez para a leitura de um trecho da Torá (Parashá) e/ou dos Neviim (Haftará). A leitura da Haftará tem origem na época do Rei Antíoco (século II A.E.C), que proibiu a leitura da Torá mas não do livro dos profetas, que eram considerados seculares. O povo judeu começou a estudar o livro de Neviim ao invés da Torá. Mesmo depois da proibição ter sido extinta, a leitura deste livro foi mantida. Não existe nenhuma referência bíblica associando a idade de treze anos à maturidade religiosa. Entretanto, o Talmud menciona que “até o décimo terceiro ano, o pai tem responsabilidade pelo seu filho”. Diz ainda: “se tem 12 anos e 1 dia, os votos por ela proferidos têm valor, se tem 13 anos e 1 dia, os votos por ele proferidos têm valor” (Nedarim 5:6). Além disso, a Ética dos Pais (Pirkei Avot) afirma que aos 13 anos o jovem é responsável pelo cumprimento dos mandamentos da fé judaica (“Aos cinco anos, à Torá; aos dez, à mishná; e aos treze, aos mandamentos.” – Avot 5, 26). O costume do Bar Mitsvá da forma como nós conhecemos hoje é relativamente moderno. Nem a Bíblia nem o Talmud mencionam tal cerimônia. A primeira referência escrita sobre a sua celebração encontra-se no Shulchan Aruch, código religioso redigido no século XVI. Esta cerimônia foi instituída na Idade Média, e representa o reconhecimento público, uma oportunidade que o jovem tem de cumprir publicamente uma Mitsvá. Ela pode ser realizada em qualquer dia em que haja leitura da Torá, ou seja, às segundas-feiras, às quintas-feiras, aos sábados pela manhã e pela tarde, em Rosh Chodesh e em festas. Já a cerimônia de Bat Mitsvá é bem mais recente e é celebrada pelas comunidades reformistas e conservadoras desde o início do século XX. Em 1982 ela foi oficialmente declarada legítima e válida pelo rabino Chefe Sefaradi de Israel, Ovadia Yossef. A primeira cerimônia de Bat Mitsvá foi realizada em 1922, nos Estados Unidos, por Judith Kaplan, filha do Rabino Mordechai Kaplan. O Bat Mitsvá corresponde à maturidade religiosa alcançada pela menina judia aos 12 anos. A preparação é semelhante à dos meninos. No judaísmo ortodoxo, as mulheres são dispensadas dos estudos religiosos e estão sujeitas a um número bem menor de mandamentos que os homens. Ao tornar-se Bat Mitsvá, a menina ingressa na comunidade judaica adulta, assumindo formalmente sua responsabilidade religiosa perante seu povo. O costume de dar festa após o/a menino(a) tornar-se Bar/Bat Mitsvá surgiu na Idade Média, quando se fazia uma Seudat Mitsvá (refeição festiva comemorando o cumprimento de um preceito sagrado). Naquela época, com receio de que o luxo excessivo pudesse deturpar o verdadeiro sentido da festa, algumas autoridades estabeleceram regras limitando o número de convidados e exigindo certo grau de sobriedade. Atualmente, a tradição de celebrar o Bar/Bat Mitsvá está se convertendo em festas com muito luxo e ostentação, o que não está de acordo com o espírito da lei judaica. Em diversos locais do mundo, a família doa o correspondente a 10% dos gastos com a festa para alguma instituição beneficente.

sábado, 22 de junho de 2013

A maioria dos fiéis não lê a Bíblia diariamente, afirma estudo



Enquanto a maioria dos fiéis o desejo de honrar a Yeshua com suas vidas, um estudo recente descobriu que poucos realmente se dedicam à leitura e estudo pessoal das Escrituras. “Leitura da Bíblia” é um dos oito atributos do discipulado investigado no estudo “Discipulado Transformador” realizado pelo Instituto LifeWay Research. A avaliação proposta visa medir o crescimento espiritual de um indivíduo em cada uma dessas áreas de desenvolvimento. A pesquisa constatou que 90% dos fiéis afirma que desejam “agradar e honrar a Yeshua em tudo o que faço”, e 59 % concordam com a declaração: “Durante o dia eu penso em algum momento sobre as verdades bíblicas.” Embora a maioria concorde com ambas as declarações, existe uma diferença significativa na intensidade disso. Quase dois terços dos fiéis (64 %) concordam fortemente com a primeira afirmação, mas apenas 20 % concordam com a segunda. No entanto, quando perguntado quantas vezes lê a Bíblia pessoalmente (não durante um culto): 19 % respondeu “todos os dias.” 26 % dizem que fazem isso “algumas vezes por semana” 14 % dizem que leem a Bíblia “uma vez por semana” 22 % dizem que “uma vez por mês” ou “algumas vezes um mês” 18 % dizem que “raramente/nunca” O pastor Ed Stetzer, presidente da LifeWay Research afirmou: “A leitura da Bíblia causa impacto em praticamente todas as áreas de crescimento espiritual. Você pode seguir a Yeshua e ver o discipulado como fonte da verdade, mas se essa verdade não permeiam seus pensamentos, aspirações e ações, você não está totalmente envolvido com a verdade. A Palavra de Elohim é a verdade, por isso ler e estudar a Bíblia ainda são as atividades que têm o maior impacto sobre a maturidade espiritual. Você simplesmente não vai crescer na fé se não conhecer a Elohim e passar tempo com a Sua Palavra”. A pesquisa também revela seis ações que impactam positivamente a fé dos crentes em Yeshua: Confessar que tem falhado e pedir perdão a Elohim. Acreditar em Yeshua Hamashiach como o único caminho para os céus Tomar a decisão de obedecer ou seguir a Elohim com a consciência de que essa escolha pode ser dolorosa. Sessenta e três por cento dos entrevistados dizem ter feito isso pelo menos uma vez nos últimos seis meses. Orar pela salvação das pessoas que eles conhecem e que ainda não são crentes. Ler algum livro que contribua para seu crescimento espiritual. Sessenta e um por cento dos fiéis dizem ter feito isso no último ano. Ser discipulado individualmente por um mais maduro espiritualmente. Menos da metade dos fiéis (47 %) dizem que foram discipulados assim. O pastor Stetzer entende que quase todos os fiéis querem honrar a Elohim, porém mais de um terço indicam que essa obediência não ocorre quando existe um preço a pagar. Essas descobertas sobre a leitura da Bíblia ou falta desse hábito são parte do maior estudo sobre discipulado dos últimos tempos. Os resultados dessa extensa pesquisa sobre a maturidade espiritual continuarão a ser publicados ao longo dos próximos meses. O objetivo da LifeWay Research com essas entrevistas entre pastores, comunidades e indivíduos visando medir a maturidade espiritual através de um questionário online é preparar material de estudo que supra as carências detectadas nessas entrevistas. 

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Em que dia morreu Yeshua: sexta ou quarta-feira?


Este ensinamento de Yeshua, introduz na mente de milhões de religiosos mal informados uma pergunta difícil de responder. Como pode este sinal ser verdadeiro em Yeshua? Se Yeshua foi crucificado na "sexta-feira santa", posto no túmulo justamente antes do pôr-do-sol deste mesmo dia, e se levantou na manhã de domingo (como poderia sugerir uma leitura superficial de certas passagens da Brit Chadasha (NT), Ele não teria estado no túmulo os três dias e três noites; não poderia ter sido o verdadeiro Messias. No entanto, o Mashiach especificou claramente (como está registrado em Mattiyahu 12:39, 40) que o único sinal que lhes daria para demonstrar que era o Messias, seriam Seus três dias e três noites sepultado no coração da terra, ou seja, o mesmo tempo que Yona esteve dentro do grande peixe. Seria isto uma contradição ou há um modo de harmonizar este relato de Yeshua com a revelação dos fatos ocorridos? Um exame cuidadoso nos relatos da Brit Chadasha (NT) revelará que não há incompatibilidade, mas completa harmonia. Achar-se-á um esclarecimento definitivo, o qual mostra que Yeshua era verdadeiramente "o Cordeiro de D-us, que tira o pecado do mundo" (Yochanan 1:29). Além disso, um estudo deste assunto revelará evidência adicional da divina inspiração dos escritos sagrados, e de que D-us é mui exato em tudo o que faz. Em Yona 1:17 lemos: "Deparou o YAWHEH um grande peixe, para que tragasse a Yona; e esteve Yona três dias e três noites no ventre do peixe..." Isto esclarece que Yona esteve verdadeiramente dentro ou sepultado no peixe, três dias completos e três noites completas, o que é equivalente a 72 horas. Antes de acontecer isto, Yona havia entrado num barco para fugir de seu dever, porém o tempo que permaneceu no navio não conta nos três dias e três noites que esteve dentro do peixe. Para fazer o tipo verdadeiro, nós não podemos contar o tempo que Mashiach esteve nas mãos dos judeus e dos romanos. Considera-se somente o tempo que esteve no túmulo, exatamente três dias e três noites.

terça-feira, 7 de maio de 2013

Como lidar com o silencio do Deus ETERNO?



São 04:45 da manha, e acabei de levantar de um período de oração que passei na presença do Eterno. E tenho sentido a dor que é viver o “silencio de Elohim”, muitos dos que estão lendo agora estão passando ou já passaram este período, em que você sente como se Elohim estivesse a milhões de quilômetros de distancia. E logo me veio a mente o que esta escrito no livro de Eclesiastes 3, “Tempo de chorar e tempo de sorrir”, e o tempo de chorar dói, as esperanças estão sendo “veladas” pois já parecem que estão mortas apenas esperando ser totalmente enterrada, a sensação de frustração por sonhos que não deram certo. Neste momento estou a quase 1 ano sem fazer a coisa que mas amo, Pregar a palavra do Elohim vivo. E como se tivesse tirado parte de mim, sinto que é um momento em que preciso ser tratado pelo Espirito Santo para compreender a dor de milhões de pessoas, e quantos estão acordados há esta hora sem conseguir dormir, e a única coisa que conseguem fazer é chorar, a sensação de abandono, desprezo e solidão e inexplicável, como se a única coisa em que posso me debruçar neste momento é a dor. Mas quando penso que Avraham e Sara tiveram de esperar 25 anos para que o Yawheh cumprisse a promessa em suas vidas, isto me anima, porque aprendo varias lições na vida deste casal. A Bíblia diz que Avraham creu contra a esperança, a maior característica deste homem entre o povo judeu, era sua capacidade de acreditar na ressurreição literal dos mortos, e a primeira ressurreição que ele viu, foi a do ventre morto de Sara, o impressionante é que a promessa para ser cumprida na vida de Avraham não dependia que ele fizesse nada, se não apenas crer, o milagre precisava ser feito na vida de Sara, para que Avraham pudesse abraçar o tão esperado filho da promessa. Meus amados irmãos creio que assim como na vida de Avraham um milagre teve de ser feito na vida de outra pessoa para que a promessa alcançasse ele, assim será na minha vida e na sua, ainda que Elohim tenha que trazer alguém do outro lado do mundo para contribuir no cumprimento da promessa Ele vai fazer. Ytschak significa “risos”. Elohim pôs um sorriso no rosto cansado, triste, abatido e sem esperança do casal, assim será na vida daqueles que em meio à dor da espera, continuam fieis ao Yawheh louvado e adorando o seu nome enquanto esperam! Que o Elohim da Shalom, vós abençoe poderosamente em Yeshua o Mashiach!